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Deputados criticam veto de Dilma Rousseff ao reajuste do IR

21 de Janeiro de 2015 às 10:36

Foi publicado nesta quarta-feira, 21, no Diário Oficial da União, o veto presidencial à Medida Provisória (MP) Lei nº 13.097/15 que previa o reajuste de 6,5% na tabela do Imposto de Renda para a pessoa física. A proposta acompanha o teto do índice de inflação do último ano que foi de 6,41%.

Para o deputado estadual Júlio da Retífica (PSDB), presidente da Comissão de Tributação, Finanças e Orçamento, essa realidade descumpre o prometido pela presidente Dilma Rousseff (PT) durante o período eleitoral em 2014. “Sabemos que o país passa por dificuldades na economia. Mas, não pode amenizar os problemas na economia aumentando os impostos sem cortar os gastos. A nossa preocupação é em relação ao destino desses impostos.”

Já o deputado membro da Comissão de Tributação, Finanças e Orçamento, Luis Cesar Bueno (PT) afirma que a elite brasileira é pouco onerada e que os pobres não podem pagar por isso. “Os ricos pagam pouco imposto. No Brasil precisamos de uma reforma tributária. Não podemos ter 32 taxas de tributação. Temos que taxar os mais ricos e desonerar os mais pobres.”

A justificativa do veto por parte do executivo nacional é de que o reajuste fiscal traria uma redução de R$ 7 bilhões na arrecadação. Conforme o esboço de lei negado pela presidente, a taxação do IR cairia sobre os trabalhadores com renda igual ou superior a R$ 1.903,98 por mês. Sendo que a tabela atual aplica-se sobre os assalariados com renda igual ou superior a R$ 1.787,77. 

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