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Situação e oposição divergem sobre a adoção das OS na Saúde em Goiás

15 de Abril de 2015 às 17:18

Durante discussão da matéria nº 870/15, de autoria do Governo, que modifica a Lei Complementar nº 77, de 22 de janeiro de 2010, que dispõe sobre a adequação do Regime Próprio de Previdência dos Servidores - RPPS - e Regime Próprio de Previdência dos Militares (RPPM), de que trata a Lei Complementar nº 66, de 27 de janeiro de 2009.

Na ocasião, os deputados peemedebistas José Nelto, Adib Elias e Ernesto Roller criticaram o Governo de Goiás por adotar as Organizações Sociais (OS) como medida de gestão da Saúde no Estado.

O deputado Lincoln Tejota (PSD) rebateu as críticas e esclareceu o Governo não está deixando de cuidar da saúde pública e que apenas passou a gestão para as organizações sociais, iniciativa, esta, que é possível encontrar um grau de satisfação superior a 90% por parte dos beneficiados.

Júlio da Retífica (PSDB) também fez uso da palavra em defesa do Executivo e disse que o modelo de gestão implementado no Hugo, HDT e HGG fez com que a Saúde em Goiás avançasse muito, ao contrário, segundo ele, da administração que está sendo feita pela prefeitura de Goiânia, “que está um caos”.  

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