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OAB-Goiás trabalha em defesa das vitimas de homofobia

18 de Maio de 2015 às 11:12

A presidente da Comissão Homoafetiva da OAB, Chyntia Barcellos falou, na audiência pública que acontece neste momento na Assembleia Legislativa, do trabalho que desenvolve todos os dias em defesa das vitimas de homofobia. “Tenho a sensação de estar fazendo pouco pois a política pública só caminha com pressão. A forma que os movimentos sociais atuam faz a OAB cobrar para que as coisas aconteçam e evoluam no nosso país”, disse Chyntia Barcellos.

"Existe uma resistência muito grande dos estabelecimentos comerciais quando um casal homossexual se beija em ambiente público e o papel da OAB é defender esse tipo de atitude contra a rejeição desses casais homossexuais", continuou.

O presidente do movimento Ipê Rosa, Marco Aurélio, também se manifestou na audiência a agradeceu o papel exercido pela OAB em defesa do movimento. Marco Aurélio citou a ausência da Assembleia Legislativa por não ter criado até hoje uma lei para defender a classe homossexual. “Essa casa é omissa nesse assunto e não podemos deixar isso quieto, até hoje nenhum deputado defende nossa causa. Votamos como qualquer outro cidadão e merecemos direitos e leis a nosso favor”. O presidente do movimento finalizou dizendo que o estado retroage e não trabalha a favor da violência contra a homofobia.

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