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Conselheiro da Celg afirma que privatização da empresa não garante melhoria de serviços

08 de Junho de 2015 às 16:08

Durante audiência que ocorre agora no auditório Costa Lima, Wagner Alves, membro do Conselho de Administração da Companhia Celg de Participações questionou quais os benefícios que a privatização traz. De acordo com ele, as privatizações no Brasil começaram na metade da década de 90 e aconteceram de forma acelerada sob a justificativa de que as empresas públicas eram deficitárias. Mas para o conselheiro, este motivo não se aplica à empresa goiana, pois ela não dá prejuízo para o Estado.

“A Celg é um senhora de 60 anos, fundada em 1956. Trata-se de um empresa vital, que tem gerado recursos. Ela pode ser lucrativa no curto prazo. Não podemos aceitar a argumentação de que geração de energia tem sido ruim. Isso é consequência de estrangulamento financeiro de que a empresa tem sido vítima. Não houve investimentos. A rede precisa de investimentos, precisa de manutenção", afirmou.

O diretor argumentou ainda que a privatização não representa garantia de que a Celg vai melhorar a qualidade dos serviços prestados. “Empresas privatizadas continuam classificadas como péssimas no ranking de qualidade, enquanto outras públicas estão entre as melhores”, salientou.

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