Preconceito é o maior gargalo alerta coordenadora do Núcleo de Proteção aos Queimados
“Temos pacientes que se auto excluem da convivência social pelo preconceito das pessoas”, revelou a coordenadora do Núcleo de Proteção aos Queimados, Rose Irlene Serafim. Segundo ela, o preconceito nas ruas, nos transportes coletivos e até mesmo nos hospitais dificulta muito o tratamento.
“Além da cicatriz no corpo os pacientes têm uma cicatriz na alma. Isso é muito difícil de tratar, por isso precisamos de apoio social e psicológico”, avalia Rose.
As declarações aconteceram na manhã desta quarta-feira 10, no Auditório Solon Amaral da Assembleia, durante audiência pública que tem como tema “Queimados, uma questão social: prevenção, tratamento e políticas públicas”. A iniciativa do encontro é do presidente da Casa deputado Helio de Sousa (DEM).