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José Vitti avalia votações

21 de Dezembro de 2016 às 17:15
Crédito: Ruber Couto
José Vitti avalia votações
Entrevista Deputado José Vitti
Líder do Governo diz que aprovação do aumento da contribuição previdênciária é passo importante para o equilíbrio fiscal do Estado e afirma que emendas não prejudicam no alcance das metas.

Assim que acompanhou, no início da tarde desta quarta-feira, 21, a segunda e última votação do projeto que autoriza a elevação da contribuição previdenciária dos servidores estaduais, aprovado por 23 votos sim e 9 não, o líder do Governo José Vitti (PSDB), em entrevista coletiva, destacou que o Estado deu um passo importante em busca do equilíbrio fiscal. O projeto integra um pacote de medidas enviadas para serem apreciadas pela Assembleia Legislativa que prevê entre outras coisas extinção de conselhos em vários órgãos públicos, corte de 20% nos cargos comissionados e redução de 30% da verba de custeio para despesas com horas extras e gratificações.

Após negociações com representantes dos servidores, deputados da base e da oposição, o Governo fez concessões e decidiu, por exemplo, manter a licença-prêmio que seria transformada em licença qualificação. José Vitti disse que o que foi aprovado em primeira votação não foi o ideal, mas vai ajudar o Governo do Estado a alcançar suas metas de economia e de equilíbrio das contas públicas. O líder acredita que isso será possível com a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do teto que vai limitar os gastos governamentais por um período de dez anos. A PEC do teto de gastos vai começar a ser apreciada na Alego a partir de fevereiro do ano que vem.

José Vitti descartou, pelo menos por enquanto, a possibilidade de nova autoconvocação ou de convocação extraordinária do Governo da Assembleia Legislativa para apreciar matérias de interesse do Executivo em janeiro do ano que vem.

O líder do Governo comentou também a possibilidade de deputados estaduais atenderem eventual chamado do governador Marconi Perillo para ocupar secretarias no Executivo. “Desde que a secretaria seja interessante acho que sim, mas isso é uma decisão pessoal de cada parlamentar. Vejo que é uma oportunidade da Casa se firmar e temos bons nomes para cargos estratégicos no Governo”, ponderou.

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