Deputado Paulinho da Força recebe Título de Cidadão Goiano na 5ª-feira, 9
A Assembleia Legislativa de Goiás, por proposição do deputado estadual Henrique Arantes (PTB), concede Título de Cidadão Goiano ao deputado federal Paulinho da Força, presidente nacional do partido Solidariedade, em sessão especial na próxima quinta-feira 9, às 19 horas, no Plenário Getulino Artiaga da Casa.
Henrique Arantes historia a trajetória de Paulo Pereira da Silva, o Pauinho da Força, como o deputado federal que mais defende os direitos dos trabalhadores, e foi reeleito em 2014 para seu terceiro mandato no Congresso Nacional. Nasceu em Porecatu (PR), em 1956, teve uma infância muito pobre trabalhando na lavoura ao lado de seis irmãos.
Na década de 70 mudou-se para São Paulo e foi trabalhar como metalúrgico. Acompanhando de perto as dificuldades dos trabalhadores, entrou para o sindicato e liderou as lutas por melhores condições de trabalho. Como líder sindical e, depois, deputado, foi responsável por conquistas como o reajuste anual do salário mínimo e a derrubada da Emenda 3, que pretendia acabar com diversos direitos trabalhistas.
Ainda de acordo com justificativa, o parlamentar apoiou o governo Fernando Henrique Cardoso e chegou a fazer parte da coordenação da campanha eleitoral de sua reeleição, mas passou a criticar a política econômica do Governo tucano que, mesmo após o fim da inflação, não atacava a questão da dívida pública, interna e externa, que mantém os juros altos e impede o desenvolvimento e, por consequência, gera desemprego.
Entre as principais bandeiras que vem defendendo no Congresso Nacional, e como presidente do Solidariedade, estão a manutenção da política de valorização do salário mínimo, a correção da tabela do Imposto de Renda, a reposição das perdas do FGTS, o fim do fator previdenciário, a redução da jornada de trabalho, a política de valorização para os aposentados, a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, a regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a ratificação da Convenção 158 e a valorização da indústria nacional além de juros menores e trabalho decente.