Homenageada Elza Silveira diz em discurso que o respeito às mulheres deve ser ensinado nos lares
A desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região, Elza Cândida da Silveira, discursou em nome das mulheres homenageadas pelos deputados deste Parlamento com a Comenda Berenice Teixeira Artiaga. A solenidade acontece na tarde desta quarta-feira, 8, em celebração ao Dia Internacional da Mulher.
Elza quebrou o protocolo ao dizer que seu discurso homenagearia não só as mulheres notáveis da sociedade que estão presentes no evento, mas também “as mulheres anônimas, da periferia, que servem aos homens, aos filhos, e ainda apanham”, disse.
Durante todo o seu pronunciamento, a desembargadora exaltou a importância da educação ensinada no lar para construir uma sociedade descente e que respeita a mulher. “Temos que ensinar em casa que a mulher precisa ser respeitada. Vamos repensar e educação dos nossos filhos e distribuir mais amor em casa”.
A mensagem passada pela homenageada também externou o quão importante e valiosa ela considera a educação religiosa para a formação de uma sociedade mais justa e humana. “A educação do nosso País está esquecendo da religiosidade. Os nossos educadores precisam ensinar valores éticos nas escolas e aspectos como seriedade e responsabilidade. Nós precisamos valorizar o caráter do individuo”, defendeu.
Elza fez, ainda, uma homenagem especial à Maria de Nazaré, mãe de Jesus, a quem ela deferiu elogios estendidos a todas as mulheres. “Um exemplo de mulher, de mãe. Uma mulher completa. Muitas vezes, nas dificuldades, nós, mulheres, rogamos a ela por suas bênçãos.”
E finalizou: “As mulheres precisam passar a acreditar mais na sua força interior para galgar novos degraus.”