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Por unanimidade, Mista aprova pensão especial à viúva de ex-deputado estadual

09 de Março de 2017 às 17:06

A Comissão Mista aprova, durante reunião realizada na tarde desta quinta-feira, 9, o parecer favorável do deputado Charles Bento (PRTB) ao projeto de lei n° 370/17, de autoria do Governo. A matéria, que prevê a concessão de pensão especial à Vandecy Gomes Marinho, viúva do ex-deputado estadual Ediwaldo Augusto Borges, (conhecido por Dr. Ediwaldo), foi aprovada com o apoio de todos os parlamentares da bancada governista e de oposição que estão presentes. 

Vários deputados enalteceram as qualidades de Dr. Ediwaldo e ressaltaram a contribuição dele com a vida pública, considerando-o, por meio de sua viúva, merecedor da pensão, já que a proposição é constitucional. Humberto Aidar (PT) e Wagner Siqueira (PMDB) se manifestaram a favor da proposta, mas opinaram que seja estabelecido uma regra mais específica para se conceder pensões especiais.

De acordo com a propositura, a viúva passará a receber, mensalmente, o valor de R$ 3.905,00 que, segundo a Governadoria, é considerado de pequeno custo, além de perfeitamente compatível com o Orçamento-Geral do Estado.

“O saudoso ex-deputado não conseguiu garantir tranquilidade financeira para si e sua família, tendo falecido em meio a difíceis condições econômicas, deixando sua mulher e filhos praticamente sem meios de sobrevivência. Condições em que, até hoje, se encontra a viúva beneficiária”, justifica.

Falecido precocemente, o ex-parlamentar era formado em Medicina pela Universidade Federal de Goiás (UFG), foi professor do Departamento de Cirurgia da mesma faculdade, membro do Colégio Internacional de Cirurgiões, Médico Plantonista, fundador do Hospital Sagrado Coração de Jesus de Nerópolis, dentre outras qualificações que lhe permitiram realizar ações em favor do povo. Por essas e outras razões, a Governadoria solicita a intervenção do Estado em retribuição à importantes realizações em favor do povo goiano, especialmente o de Goiânia e da região de Nerópolis.

O projeto precisa passar, ainda, por duas votações em Plenário, antes de seguir para sanção governamental. 

 

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