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Especialista reivindica apoio do deputado Gustavo Sebba

29 de Março de 2017 às 10:57

A oncologista e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional de Goiás, Rosemar Macedo Sousa Rahal, que também é professora de Ginecologia e Obstetrícia da UFG e médica do Programa de Mastologia do Hospital das Clínicas de Goiás, faz uso da palavra durante audiência pública que acontece nesta quarta-feira 29, com a finalidade de discutir o câncer de mama. “É preciso defender e debater o acesso das mulheres que sofrem com o câncer de mama”, diz para relatar a dificuldade de fazer e pegar o exame da biópsia da mama nos hospitais públicos. Segundo ela, o resultado demora mais de 60 dias.

“Goiás é o único Estado do Centro-Oeste que tem o mamógrafo para fazer a biópsia, sem precisar levar a paciente para o centro cirúrgico, reduzindo a fila de espera para realizar o exame, reduzindo gastos em 5%, no entanto não pode ser utilizado por falta de um simples código que o SUS não libera”, revela.

A especialista explica que com a liberação do código na tabela SUS o Hospital das Clínicas teria acesso às agulhas necessárias para fazer a biópsia no ato do exame. Segundo Rosemar, hoje o hospital tem acesso limitado às agulhas adquiridas através de ação junto ao Ministério Público. Outra solicitação da mastologista é a ampliação do apoio das Casa de Apoio para a mulher que é do interior e vem buscar acesso a tratamento na capital.

O deputado Gustavo Sebba (PSDB), vice-presidente da Comissão de Saúde, em resposta se prontificou a fazer gestão junto ao secretário de Saúde, Leonardo Vilela, para conseguir a liberação desse código na tabela do SUS para o mamógrafo.

Em relação a ampliação do suporte das Casa de Apoio, o deputado destacou que o Governo Federal está fazendo cortes na área de saúde e quem sofre mais com isso são os pacientes do interior. “É preciso uma união maior entre os Poderes para que possa ser feitas parcerias entre algumas entidades de saúde”, pontuou.

O deputado comentou ainda sobre o Decreto Estadual de 1994 que trata do passe livre para pacientes de câncer de mama que possuem sequelas. Ele revelou que apresentará Emenda, na próxima sessão plenária na Assembleia, inserindo na Lei Estadual que não somente as pacientes que tenham sequelas do câncer de mama, mas que todas as mulheres portadoras tenham direito ao passe-livre. 

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