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Matéria que propõe nome do cinegrafista Ari Júnior a cabines de imprensa segue para 1ª votação em Plenário

02 de Maio de 2017 às 14:42

Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) aprova, na tarde desta terça-feira, 2, o parecer favorável do deputado Lincoln Tejota (PSD) ao projeto de lei n° 555/17, de autoria do deputado Talles Barreto (PSDB), que dá denominação de “Ari Júnior” às cabines reservadas a imprensa do Centro de Excelência do Esporte, em Goiânia. A matéria segue, agora, para duas votações em Plenário.

Na madrugada do dia 29 de novembro de ano passado, Ari Júnior, de 48 anos, foi uma das vítimas da queda do avião que transportava a delegação da Associação Chapecoense de Futebol para Medellín, na Colômbia. Ele iniciou sua carreira como porteiro da TV Serra Dourada, afiliada do SBT em Goiânia, onde, posteriormente, também foi cinegrafista. Na década de 1990, trabalhou na TV Anhanguera, fazendo imagens marcantes, como da Caminhada Ecológica entre Aruanã e Goiânia, às margens do Rio Araguaia, em 1996.

Depois de 1997, Ari foi para a TV Globo em São Paulo e, em 2012, convidado a trabalhar na TV Globo RJ. Ele integrava a equipe do programa "Planeta Extremo". Em abril de 2015, ele fazia parte da comitiva que estava no Nepal quando houve um terremoto que matou milhares de pessoas. As imagens feitas pelo cinegrafista goiano rodaram o mundo. Além da gravação do programa, ele fazia coberturas esportivas.

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