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Audiência sobre desafios da reciclagem terá início logo mais

28 de Junho de 2017 às 09:02

O Auditório Solon Amaral da Assembleia já está pronto para o início da audiência pública que, nesta quarta-feira28vai discutir os motivos que impedem o desenvolvimento da cadeia da reciclagem em Goiás. O evento é uma iniciativa do deputado Wagner Siqueira (PMDB) 

Na oportunidade serão tratados temas acerca de resíduos de construção civil, resíduos eletrônicos e também sobre a necessidade de se implementar o Plano Estadual de Resíduos Sólidos. O principal objetivo é a formação de um grupo de trabalho para que seja elaborada uma agenda propositiva aos governantes e, também, que seja formada na Assembleia Legislativa uma Frente Parlamentar para tratar dos temas pertinentes. 

Para o evento, foram convidados representantes de diversos segmentos da sociedade, dentre eles autoridades que representam a Secretaria da Fazenda (Sefaz), Ministério Público (MP), Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima), Agência Municipal do Meio Ambiente de Goiânia (Amma), Companhia de Urbanização (Comurg), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon), universidades e outros. 

Wagner Siqueira diz acreditar que a solução se dará pela união dos esforços. "A reciclagem em Goiânia já é uma realidade há quase 10 anos, mas já existem os gargalos, pois cerca de 50% do material não consegue ter a destinação correta. A ideia é trazer todos os entes envolvidos para debater as melhorias e desenvolver estudos para propor projetos nesse sentido. 

Já o vereador do município de Goiânia, Gustavo Cruvinel (PV) salienta que a parceria entre os legislativos municipal e estadual, juntamente com as empresas privadas são de fundamental importância para a elaboração de métodos mais eficazes na coleta e processamento de materiais recicláveis. 

"O vidro é um dos principais itens que não tem para onde encaminhar. Outro item é a chapa do raio-x, que tem metal pesado e não temos onde reciclar. Os próprios cooperados coletam esses materiais para serem encaminhados para São Paulo, pois aqui não temos estrutura para processar esse tipo de material", ressalta o vereador. 

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