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Isaura Lemos acolhe Movimento Mulheres em Luta em sua passagem pela Alego

07 de Março de 2018 às 13:03

O Movimento Mulheres em Luta (MML) assumiu as dependências da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) com objetivo de denunciar desigualdades que as mulheres enfrentam na sociedade, além de colocar reivindicações do MML, ao exemplo de moradias para as mulheres camponesas. Em Goiás, o movimento foi acolhido pela deputada Isaura Lemos (PCdoB), além de outras lideranças, ao exemplo da sindicalista Iêda Leal, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego).

Isaura Lemos ressaltou a importância das ações do MML, sobretudo com vistas ao fortalecimento da mulher na caminhada contra o preconceito, a discriminação de gênero e, de modo especial, no combate ao machismo e à violência doméstica. A propósito, nesta quinta-feira, 8, às 15 horas, no Plenário da Alego, Isaura Lemos presta homenagem a mulheres de diferentes matizes sociais, que se tornaram referência em alguma área de atuação ou pela história de vida que construíram junto às suas comunidades.

“Quem não se movimenta não sente as correntes que o prendem”. Em cima dessa frase da filósofa e economista marxista polaco-alemã, Rosa Luxemburgo (1871/1919), as líderes do movimento fizeram uso da palavra, em reunião improvisada no Saguão Principal da Alego, para ressaltar a força da mulher, sobretudo quando estão unidas, e conclamar cada mulher a participar da paralisação internacional das mulheres, programada para esta quinta-feira, 8, em que se comemora o Dia Internacional da Mulher.

De acordo com as lideranças do MML, estão sendo preparados atos, assembleias e paralisações para marcar a luta no combate à violência de gênero, ao machismo e aos ataques dos governos e dos patrões. O MML acredita que garantir a independência financeira é fundamental para garantir independência política e a liberdade de denunciar todos que oprimem as mulheres.

As mulheres que fizeram uso da palavra denunciaram ações com vistas a manipulação da água no país, através de grandes empresas (citaram a Coca-Cola). “Temos que nos unir para evitar que isso aconteça, porque, hoje, já existe lugar que vende uma garrafa de água de 500 ml por R$ 7,00”, enfatizaram. Também reclamaram que empresas de mineração estão enriquecendo à custa de vidas humanas. E, ainda, houve manifestações contra a violência machista, reforma da Previdência e o Governo Temer. No final, gritaram palavras de ordem, tais como: “Pátria Livre! Venceremos”.

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