Adriana Accorsi relembra fatos históricos e destaca motivos para comemoração
Ao fazer uso da tribuna nesta quinta-feira, 8, Dia Internacional da Mulher, a deputada Delegada Adriana Accorsi (PT), aproveitou a oportunidade para estender seus cumprimentos a todos seus colegas de trabalho do Legislativo, em especial as deputadas Isaura Lemos (PC do B), Eliane Pinheiro (PMN), Lêda Borges (PSDB), além de todas as servidoras da Casa.
Durante seu discurso, a parlamentar ressaltou os fatos históricos responsáveis por instituírem o dia 8 de março como o Dia Internacional da Mulher. “Essa é uma luta histórica de muita dor e coragem”, destacou. Para ela, desde então muitas conquistas foram construídas pelas mulheres em todo o mundo, porém, “o sofrimento ainda se faz presente na vida de muitas. Todos os dias mulheres e meninas são humilhadas, ameaçadas, violentadas, torturadas e mortas”, pontuou.
A parlamentar trouxe também um apelo às vidas de centenas de mulheres e meninas que registraram ocorrências em 2017 nas Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (DEAMs) e nos Distritos Policiais (DPs) de Goiás, além de reforçar os “inúmeros casos que não chegam às autoridades competentes devido ao grande medo ou vergonha”.
Apesar dos preocupantes pontos levantados pela parlamentar durante seu discurso, Adriana não se esqueceu dos motivos para comemoração. “Apesar de tudo, considero que temos, sim, conquistas a comemorar nesse dia. Todas, resultado de muitas lutas e mobilizações”. A parlamentar chegou a citar a Lei Maria da Penha, instituída durante o mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “É uma das legislações mais avançadas do mundo, que não somente impõe penas mais rigorosas para todos os tipos de crimes contra a mulher, mas também uma série de medidas e políticas que contribuem para a proteção da nossa vida e integridade”.
Para finalizar, a parlamentar ressaltou que “é de suma importância homenagear mulheres que dedicam suas vidas a lutar pela igualdade, pela garantia de direitos e a democracia”, destacando os nomes de suas homenageadas como a assistente social e militante nas políticas de seguridade social, Ana Angela Torres; a psicóloga, bióloga e mestranda em gestão e assistência a usuários de álcool e outras drogas, Alcina de Oliveira; a administradora da pousada Monjolo, no município de Nerópolis, que compõe o Comitê de Direitos Humanos Dom Tomás Balduíno, Maria Delma; a ex-costureira, produtora rural, comerciante, artesã e incentivadora do Movimento Negro em Goiás, Maria Gomes; e, por fim, a agricultora famíliar e ex-diretora do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) de Itapaci, Tânia Fernandes.