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Parlamentares posicionam-se quanto as mudanças nos cartórios

09 de Abril de 2018 às 16:25

Parlamentares presentes na audiência pública desta segunda-feira, 9, proposta pelo deputado Helio de Sousa (PSDB) para discutir a situação dos cartórios goianos e a necessidade de mudanças, emitiram suas opiniões quanto ao tema. 

Primeiro a pedir a palavra, o deputado Marquinho Palmerston (PSDB) afirmou que não é porque a situação cartorária hoje é considerada boa no estado que não pode melhorar, visando sempre a qualidade, a celeridade e a eficiência.

Francisco Jr (PSD), por sua vez, refletiu sobre o que a tecnologia hoje disponível poderia ajudar a melhorar e facilitar os serviços prestados pelos cartórios. Ao concordar com o promotor de Justiça presente, o parlamentar afirmou que torce para que a matéria beneficie “a parte mais fraca do processo”, o cidadão.

Em sua fala o deputado Humberto Aidar (MDB) fez uma provocação: disse que se tivesse formação para tal, prestaria concurso para ser cartorário. “A remuneração é sim o que os move”, afirmou. Ele ainda questionou ao TJ-GO o que pode ser feito com os cartórios que prestam um mal serviço à população. Por fim, Aidar disse discordar com trechos da propositura que iriam onerar os cidadãos. “O povo não quer saber se o cartório está prestando um bom serviço. Acima disso, o povo quer saber quanto vai pagar, e não podemos aprovar um projeto que vai fazer a população ter que pagar mais”, finalizou.

O deputado Jean (PSDB) concordou com a fala do colega, e também posicionou-se contrário a qualquer alteração que aumente as taxas de serviços. O parlamentar também anunciou emenda ao projeto, retirando a pessoalidade da titularidade do cartório. “Ele é uma delegação de serviço público, por isso não entendo a necessidade da titularidade. Cartórios são delegações apenas, e não propriedade, portanto considero o que hoje ocorre imoral”, explanou. 

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