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Projeto que trata da eleição de diretores das escolas deve entrar em votação na sessão desta 3ª-feira, 15

14 de Maio de 2018 às 07:00
Crédito: Ruber Couto
Projeto que trata da eleição de diretores das escolas deve entrar em votação na sessão desta 3ª-feira, 15
Sessão Ordinária
A sessão ordinária desta terça-feira, 15, terá pauta da Ordem do Dia que prevê a apreciação de até 78 matérias. Destas, 13 são de autoria do Governo e duas do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Também aguardam passar por deliberação 40 projetos de lei de parlamentares e 23 pareceres da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). Um dos projetos de lei que pode entrar em primeira votação é o que trata da gestão democrática das unidades de ensino que pressupõe realização de eleições para diretores das escolas, que serão escolhidos por meio de voto da comunidade escolar. Na Comissão Mista, os deputados chegaram a um consenso e a matéria está pronta para ir ao Plenário.

A próxima sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Goiás ocorrerá às 15 horas desta terça-feira, 15, como prevê o Regimento Interno. Previamente preparada, a pauta da Ordem do Dia prevê a apreciação de até 78 matérias. Destas, 13 são de autoria do Governo do estado e duas do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Também aguardam passar por deliberação 40 projetos de lei de parlamentares e 23 pareceres da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).

Bastante aguardado pelos professores da rede pública estadual de ensino, o projeto de lei nº 1460/18, da Governadoria, pode entrar em primeira votação na tarde de terça-feira. Ele trata da gestão democrática das unidades de ensino, garantindo, por exemplo, processos participativos de tomada de decisões, e autonomia na elaboração e execução de projetos político-pedagógicos e administrativos. A gestão democrática também pressupõe realização de eleições diretores das escolas, que serão escolhidos por meio de voto da comunidade escolar.

Na reunião da Comissão Mista na terça-feira, 8, os deputados aprovaram o voto em separado do líder do Governo, deputado Francisco Oliveira (PSDB), sobre esse projeto. A matéria havia recebido emenda da deputada Delegada Adriana Accorsi (PT). Francisco Oliveira pediu vista como líder do Governo para que a matéria fosse melhor discutida pela base de apoio.

O líder do Governo explicou que foi realizada uma reunião para definir seu voto em separado. De acordo com ele, foram acolhidas e adaptadas as emendas apresentadas, de maneira que se chegou a um consenso para todas as partes envolvidas.

“Havia divergência entre deputados da base de que as eleições no primeiro semestre poderiam ser prejudiciais ao ano letivo. Tivemos uma reunião com o Sintego, o relator da matéria, deputado Jean Carlo, e a Secretaria da Educação. Houve um consenso. O voto em separado que apresentei define a data das eleições para 7 de junho. O mandado como diretor vale por três anos, sendo possível reeleição três vezes”, afirmou o tucano.

Entre as matérias da Governadoria, apenas a de nº 1291/18 está apta a passar pela segunda e definitiva votação. Ela faz alterações na Lei nº 15.472/05, que trata da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (FAPEG). Ao mexer nas partes que tratam da regulação e nomeação dos integrantes da diretoria, o projeto de lei tenta democratizar as escolhas e conferir aos altos cargos maior representatividade.

Em primeira votação, o projeto de lei nº 926/18, também do Governo do Estado, altera a Lei 19.999/18, que autoriza a concessão de trechos de rodovias estaduais à iniciativa privada. A mudança desobriga a empresa vencedora da licitação a duplicar, no período de até dois anos, trecho da GO-213, entre os municípios de Morrinhos e Caldas Novas. A exigência não se faz mais necessária, uma vez que esta estrada já está sendo duplicada pela Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop).

Do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o processo nº 1897/15 encaminha contas anuais do órgão, relativas a 2014. Já o processo nº 5226/17 altera parte da Lei nº 16.168/07, uma vez que a mesma prevê análise e registro dos atos de desligamento (exoneração, rescisão e demissão) dos servidores estaduais, previsão essa inexistente nas Constituições Estadual e Federal.   

Em destaque, o projeto de lei nº 1280/27, proposto pelo deputado Bruno Peixoto (MDB), aguarda votação definitiva. Ele obriga as empresas de transporte coletivo de passageiros a realizarem audiência pública sempre que entenderem a necessidade de reajustar o valor das passagens. Nela, as empresas deverão comprovar o cumprimento integral dos dispositivos contratuais, assegurando aos usuários que os serviços prestados são adequados, eficientes e seguros.

Para acessar todos os processos em pauta, clique aqui.

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