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Coordenadora do Movimento Negro Unificado pede abertura de CPI

14 de Junho de 2018 às 10:36

Coordenadora-geral do Movimento Negro Unificado, Iêda Leal participa da audiência que debate o enfrentamento ao assassinato de jovens em Goiás. O evento está sendo realizado na manhã desta quinta-feira14, no Auditório Solon Amaral da Assembleia Legislativa. Iêda lembrou que, enquanto se debate sobre políticas de enfrentamento à violência, o Estado continua devolvendo às mães vários jovens sem vida.  

De acordo com a coordenadora, os crimes contra a juventude são de escopo racial e se repetem diariamente: "Precisamos parar com essa realidade. Temos que dar condições a essas crianças para que se desenvolvam e se tornem cidadãos dignos e não sejam mortos pela falta de oportunidades". 

A ativista pede que seja aberta uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a morte dos adolescentes no Centro de Internação Provisória do 7º Batalhão da Polícia Militar em Goiânia. "Precisamos apurar esses fatos e pedir ainda, ao Ministério Público, que nos ajude a fechar aquele local. Nós ainda estamos preocupados com os jovens que ainda estão lá", alertou.

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