Sessões plenárias
Ao acatar entendimento entre líderes dos 16 partidos da situação e da oposição com assento na Assembleia Legislativa, o presidente da Casa, José Vitti (PSDB), anunciou na sessão plenária desta quarta-feira, 30, que as próximas sessões ordinárias, durante o período eleitoral, passam a ser realizadas às terças-feiras e quartas-feiras. O acordo de bancadas envolveu representantes de todos os partidos com um ou mais deputados na Alego, que são o PSDB, MDB, PTB, PRTB, PTC, PT, DEM, PSD, PCdoB, PRB, Podemos, PDT, PSB, PRP, Pros e PPS.
Segundo o presidente Vitti, apesar das atividades de campanha, o Legislativo Estadual tem funcionado normalmente com sessões todas as semanas. Ele acrescentou que desde o início da corrida eleitoral, no dia 16 de agosto, já foram aprovados, em primeira e segunda votações, mais de 100 projetos na Casa, a maioria de iniciativa parlamentar. “Nós não temos nenhum projeto aqui represado. Nós estamos trabalhando à medida que somos demandados. Como não tem projetos na Casa, não temos motivo para fazer esforço concentrado”, disse Vitti, em entrevista à imprensa.
O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Francisco Oliveira (PSDB), defendeu o acordo de líderes e afirmou que a pouca demanda de projetos a serem apreciados favorece a concentração das votações em apenas dois dias da semana. “Como nós temos poucas matérias para serem votadas, definimos por sessões às terças e quartas-feiras”, reiterou.
Oliveira adiantou também que, caso seja necessário, ficou acertado com os líderes partidários um rush de votações nos dias 11 e 12 e 25 e 26 de setembro, para votações, inclusive, de projetos que exigem quórum qualificado, ou seja, 25 parlamentares.
Disputa eleitoral
Dos 41 deputados estaduais da 18ª Legislatura, que se encerra em 31 de janeiro de 2019, apenas um não vai disputar as eleições de 2018. Marquinho Palmerston (PSDB), que ocupa o primeiro mandato, não irá disputar a reeleição ou outro cargo eletivo. Os demais estão participando da corrida eleitoral com a meta de alcançar um novo mandato na Assembleia Legislativa ou cargos em outras instâncias de poder.
Os parlamentares que vão tentar a reeleição são: Mané de Oliveira (PSDB), Henrique Arantes (PTB), Júlio da Retífica (PTB), Bruno Peixoto (MDB), Humberto Aidar (MDB), Álvaro Guimarães (DEM), Carlos Antonio (PTB), Charles Bento (PRTB), Cláudio Meirelles (PTC), Daniel Messac (PTB), Delegada Adriana Accorsi (PT), Diego Sorgatto (PSDB), Dr. Antonio (DEM), Eliane Pinheiro (PSDB), Francisco Oliveira (PSDB), Gustavo Sebba (PSDB), Helio de Sousa (PSDB), Isaura Lemos (PCdoB), Iso Moreira (DEM), Jeferson Rodrigues (PRB), Karlos Cabral (PDT), Lêda Borges (PSDB), Lissauer Vieira (PSB), Lívio Luciano (Podemos), Lucas Calil (PSD), Major Araújo (PRP), Marlúcio Pereira (PRB), Nédio Leite (PSDB), Paulo Cezar Martins (MDB), Sérgio Bravo (Pros), Simeyzon Silveira (PSD), Talles Barreto (PSDB), Virmondes Cruvinel Filho (PPS) e Wagner Siqueira (MDB).
Os outros seis deputados estaduais vão concorrer a cargos de senador, suplente de senador, de vice-governador e de deputado federal. O presidente José Vitti é candidato a primeiro suplente de senador na chapa de Lúcia Vânia (PSB), na disputa pelo Senado, na condição de 1º suplente.
O petista Luis Cesar Bueno é candidato ao Senado na chapa de Kátia Maria. Lincoln Tejota (Pros) é candidato a vice-governador na chapa majoritária do senador Ronaldo Caiado (DEM). Já os deputados José Nelto (Podemos), Jean Carlo (PSDB) e Francisco Junior (PSD) vão brigar por cadeira na Câmara dos Deputados.