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Bruno Peixoto defendeu a postergação da vigência da PEC do Orçamento Impositivo

01 de Novembro de 2018 às 09:10

Primeiro deputado a utilizar-se do Pequeno Expediente da sessão ordinária desta quinta-feira, 1º, o deputado Bruno Peixoto (MDB) subiu à tribuna para defender o adiamento da vigência da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), protocolada por ele na Assembleia Legislativa de Goiás e que trata do Orçamento Impositivo.

O Orçamento Impositivo obriga o Executivo a pagar as emendas parlamentares adicionadas à Lei Orçamentária Anual (LOA). Bruno Peixoto explicou que é favorável à medida e que a defende desde 2015, mas ao integrar a base do novo Governo e tomar conhecimento da real situação financeira atual do Estado de Goiás, pediu aos pares a prorrogação por dois anos da medida. 

Ele destacou que não está pedindo que se acabe com a proposta, mas apenas a postergação dela para que o governador eleito, Ronaldo Caiado (DEM), possa colocar o Estado em ordem antes da vigência da PEC. “Estamos observando parcelamento de salários, o não repasse para as organizações sociais, falta de medicamentos, paralisação de obras e, neste cenário, destinar uma obrigatoriedade ao Governo do Estado é um desrespeito”, afirmou Bruno Peixoto.

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