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Sefaz presta contas

07 de Novembro de 2018 às 15:43
Crédito: Denise Xavier Lemes
Sefaz presta contas
Audiênia Pública Avaliação das Metas Fiscais II Quadrimestre de 2018
Técnicos da Secretaria da Fazenda apresentaram, nesta quarta-feira, 7, aos membros da Comissão de Finanças as metas fiscais relativas ao segundo quadrimestre de 2018. Os dados mostram um crescimento acima da média nacional.

Técnicos da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) compareceram, nesta tarde de quarta-feira, 7, à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), para prestar contas relativas ao segundo quadrimestre de 2018. A apresentação dos números foi feita durante reunião da Comissão de Tributação, Finanças e Orçamento, pelo superintendente da Contabilidade Geral da Sefaz, Ricardo Borges de Rezende.“Goiás cresceu acima da média nacional, porém seus índices ainda ficaram abaixo da inflação”, iniciou o servidor, ao fazer breve introdução da atual conjuntura econômica, antes de entrar nos números de fato.

No período, que corresponde de janeiro a agosto de 2018, Rezende informou que o Estado de Goiás registrou aumento nominal das receitas tributárias em 7,97%. As transferências correntes da União também aumentaram no período, com crescimento nominal de 4,79%. Por outro lado, as despesas primárias totais do Estado cresceram 17,23%, ao passo que as receitas primárias cresceram 15,87%, em comparação com o mesmo período do exercício anterior.

As receitas tributárias apresentaram aumento. O valor arrecadado pelo ICMS, por exemplo, subiu de R$ 5,7 bilhões em 2017 para R$ 6,2 bilhões em 2018. IPVA, ITCD e IRRF também registraram aumento na arrecadação. Apenas as taxas apresentaram redução, de pouco mais de R$ 1 bilhão no ano passado, para R$ 978 milhões em 2018.  

Grande impulso ao desenvolvimento do Estado, o destaque vai para os investimentos, que subiram 59,22%, comparados ao mesmo período de 2017. A dívida consolidada líquida também apresentou números satisfatórios, uma vez que seu percentual vem caindo a cada ano. Enquanto em 1998 ela correspondia a 3,35% da receita corrente líquida, em 2018 ela ficou no patamar de 0,87%.

Ao tomar a palavra após explanação, o deputado Helio de Sousa (PSDB) declarou que entende que o Estado está cumprindo o que determina a legislação. Ele ainda comemorou a queda, ao longo dos anos, da dívida consolidada líquida. Francisco Oliveira (PSDB), líder do Governo na Casa, também manifestou-se na reunião, comemorando a trajetória de Goiás nos anos de crise. “Sabemos que o cenário ainda não é o ideal, mas estamos em posição privilegiada com relação a outros entes da federação. Temos fortes programas sociais e obras estruturantes importantes”, encerrou.

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