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Presidente José Vitti diz que a questão dos incentivos fiscais será amplamente discutida no Parlamento

22 de Novembro de 2018 às 15:37

Dando sequência ao Pequeno Expediente da sessão ordinária desta quinta-feira, 22, o Presidente da Casa José Vitti (PSDB) subiu à tribuna e primeiramente agradeceu a presença dos parlamentares na visita realizada ontem pelo Governador eleito Ronaldo Caiado (DEM), e disse que como empresário não poderia deixar de falar sobre os incentivos fiscais.

Para o Presidente, é necessário ter cautela ao tratar de incentivos fiscais, pois é uma questão mais abrangente do que apenas a geração de empregos e o pagamento de impostos, pela diversidade de áreas que recebem os incentivos, dentre elas, algumas que são extremamente competitivas. Citou as cadeias automobilísticas e na área alimentação, a produção de frangos.  “Temos que avaliar a convalidação do incentivo fiscal[...], estamos discutindo se incentivo fiscal é renúncia ou não de imposto. Existe uma discussão jurídica, por isso estamos apenas começando a discutir nesse momento”, explicou.

Vitti citou alguns Estados que são concorrentes diretos de Goiás, deixando o Estado com a convalidação diretamente ligada com a de Brasília, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “Não é só uma discussão que nós vamos derrubar imposto aqui, ou nós vamos derrubar cadeias, nós vamos gerar desemprego. Eu entendo que essa é uma discussão que obviamente precisa passar pela Assembleia Legislativa, nós temos que ter responsabilidade, mas eu acho que essa é uma discussão que envolve não o Governo, envolve política de Estado”, ressaltou.

O parlamentar também enfatizou que é necessário levar em conta o Estado de Goiás de forma geral e não como está ou estará em determinado Governo. “Quero dizer a todos, essa discussão não vai ser passada a toque de caixa, acho que está sendo muito bem dirigida pela Adial que representa as empresas que são incentivadas e também acho que nós vamos participar de maneira positiva”, afirmou, destacando " tenho certeza que isso passará por nossas mãos e nós tomaremos as melhores decisões", concluiu.     

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