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Isaura Lemos lamenta saída de médicos cubanos do Programa Mais Médicos

27 de Novembro de 2018 às 15:35

Quarta a utilizar-se do Pequeno Expediente na sessão ordinária desta terça-feira, 27, a deputada Isaura Lemos (PCdoB) subiu à tribuna do Plenário Getulino Artiaga para lamentar o fato de que mais de 8 mil médicos cubanos do Programa Mais Médicos deixarão o Brasil, após o que ela chamou de “comportamento hostil” do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para com o Governo de Cuba.

“Conhecemos os médicos cubanos e sabemos da qualidade do atendimento dado às populações mais humildes, principalmente nos rincões do Brasil”, declarou a parlamentar, que afirmou que o rompimento do acordo entre os países prejudicará a saúde de mais de 1500 municípios brasileiros. “Mais de 600 cidades correm o risco de ficar sem nenhuma equipe médica”, complementou.

Isaura finalizou sua fala afirmando que o Mais Médicos foi criado em 2013, pelo Governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em resposta a manifestações que pediam melhorias na saúde pública. Ela afirmou, ainda que o programa não tem viés político-ideológico, pois teria surgido de uma necessidade concreta de falta de profissionais para compor as equipes de Saúde da Família, do Ministério da Saúde.

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