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Amauri Ribeiro aponta irregularidades na venda de área para Cooperativa Mista de Piracanjuba

28 de Fevereiro de 2019 às 09:24

Terceiro a fazer uso do Pequeno Expediente na sessão ordinária desta quinta-feira, 28, o deputado Amauri Ribeiro (PRP) discursou na tribuna da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Ele utilizou seu tempo para apontar irregularidades na venda de uma área do município de Piracanjuba para a Cooperativa Mista de Piracanjuba. O parlamentar falou ainda sobre o uso de cartões corporativos pela gestão estadual passada.

No seu discurso, o parlamentar relembrou que durante dois anos, quando era prefeito de Piracanjuba, trabalhou junto com o deputado Lucas Calil (PSD), à época representante do município no parlamento goiano, para conseguirem na Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego) liberação para implantar a empresa Quality, no que não obtiveram sucesso. A unidade iria gerar cerca de 500 empregos no município.

"Tentamos e não conseguimos. A intenção foi prejudicar minha gestão[como prefeito]. Tive a notícia de que no final do ano passado a área foi vendida pelo Governo que findou em 2018 para beneficiar pessoas ligadas a ele", afirmou Amauri Ribeiro.

O deputado disse, ainda, que a área pertencia ao município de Piracanjuba e havia sido cedida ao Governo do Estado para a implantação de um polo industrial. Ele afiançou que agora, como deputado, vai trabalhar para recuperar a área. “A área pertence ao município e terá que ser devolvida. Por isso, conto com o apoio de todos para não aceitar esse tipo de atitude”, apontou.

Com a notícia de que o terreno fora cedido para a Cooperativa Mista de Piracanjuba, Ribeiro demonstra indignação com o fato e, além de ter entrado com ação judicial contra a escritura lavrada a favor da cooperativa, também apresentou requerimento na Assembleia para solicitar a realização de levantamento para averiguar se fato semelhante ocorreu em outros municípios.

Cartão corporativo

Em relação ao cartão corporativo, o deputado afirma que, "se não foi usado, que não seja usado no futuro”. Além disso, o parlamentar reclama da cláusula em que os dados de utilização do cartão devem ser mantidos em sigilo.

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