Ícone alego digital Ícone alego digital

Projeto de Bruno Peixoto incentiva doações de medula óssea no Estado

08 de Abril de 2019 às 10:10

O deputado Bruno Peixoto (MDB), líder do Governo na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), apresentou o projeto de nº 1622/19, que concede dispensa de ponto e dia de descanso ao servidor público civil ou militar que se cadastrar como doador de medula óssea em uma unidade de rede pública de hematologia e hemoterapia do Estado. Aprovada preliminarmente em Plenário, a propositura tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Alego.

Bruno Peixoto inicia a justificativa do projeto ressaltando que o transplante de medula óssea é indicado como parte do tratamento de cerca de 80 doenças em diferentes estágios e para diferentes faixas etárias. “O fator que mais dificulta a realização do procedimento é a falta de doador compatível, já que as chances de o paciente encontrar um doador compatível são de 1 em cada 100 mil pessoas, em média. Os procedimentos para se cadastrar como doador de medula óssea são muito simples”, lembra o parlamentar.

Ele esclarece que a pessoa deve procurar o Hemocentro do seu Estado e agendar uma consulta de esclarecimento ou palestra sobre doação de medula óssea. “O voluntário à doação irá assinar um termo de consentimento livre e, esclarecido, preencherá uma ficha com informações pessoais. Após, será retirada uma pequena quantidade de sangue do candidato a doador. O sangue será analisado por meio de um teste de laboratório, que identificará suas características genéticas. Os dados pessoais e o exame genético serão incluídos no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).”

Diz mais que quando houver um paciente com possível compatibilidade, o doador será consultado para decidir quanto à doação. “Para seguir com o processo de doação serão necessários outros exames para confirmar a compatibilidade e uma avaliação clínica de saúde. Somente após a conclusão de todas essas etapas o candidato poderá ser considerado apto e realizar a doação. Embora o número de doadores voluntários tenha aumentado expressivamente nos últimos anos, colocando o Brasil como detentor do terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, atrás apenas dos registros dos Estados Unidos e da Alemanha, esse número, segundo o Ministério da Saúde, ainda é insuficiente.”

E conclui: “Assim, com a finalidade de aumentar o número de possíveis doadores e trazer esperanças de cura para muitos pacientes com produção anormal de células sanguíneas, consideramos importante incentivar o cadastro”.

Compartilhar

Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse nossa política de privacidade. Se você concorda, clique em ESTOU CIENTE.