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Autoridades chegam para compor a mesa da audiência pública sobre os povos indígenas

09 de Abril de 2019 às 09:06

Autoridades que vão compor a mesa dos trabalhos da audiência pública que começa daqui a pouco, no Auditório Solon Amaral, para debater interesses dos povos indígenas, começam a chegar. A pedagoga Ângela Café vai representar a Superintendência dos Direitos Humanos da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social, e o padre Antonio Canuto, que atuou por 29 anos em São Félix do Araguaia, ao lado de Dom Pedro Casaldáliga, vai palestrar no evento.

Ângela disse que a expectativa dela é grande com relação ao debate, haja vista que pretende questionar os realizadores do evento sobre o alto índice de suicídio que ocorre hoje entre os indígenas, sobretudo na etnia karajá. “Quero cumprimentar a Assembleia Legislativa por patrocinar um debate tão importante e oportuno, porque mais do que nunca as comunidades indígenas estão carecendo de apoio do poder público.”

Canuto, que representa a Comissão Pastroal da Terra (CPT), disse que vai falar sobre a violência sobre os povos indígenas. “Vou abordar a violência física e, sobretudo, a parlamentar, onde mais sofrem. Só para se ter ideia, tramitam no Congresso Nacional 90 projetos, a maioria de propostas que buscam restringir o acesso maior do povo indígena a terras e territórios deles. Isso ocorre desde 1990, mas nos últimos quatro anos o volume desses projetos aumentou significativamente”, enfatizou.

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