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Cidadão Participativo

06 de Junho de 2013 às 17:52
Diretores recebem visita de técnicos do Senado que vieram à Assembleia especialmente para conhecer estrutura do programa.

Técnicos da Secretaria Especial de Informática do Senado Federal (Prodasen), União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) e Interlegis estiveram em Goiânia na tarde desta quarta-feira, 5, para conhecer o Cidadão Participativo. O programa, totalmente desenvolvido por servidores do Parlamento goiano, havia sido apresentado durante o Encontro dos Diretores-Gerais, ocorrido em paralelo ao XVII Congresso da Unale. 

Os representantes do Senado que vieram à Goiânia para conhecer o Cidadão Participativo em reunião com a Diretoria-Geral e a Diretoria de Tecnologia da Informação da Assembleia Legislativa são o analista legislativo da Secretaria de Comissões do Senado, Otto Luis do Nascimento, e o chefe da Seção de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Interlegis, João Henrique Gouveia.

Durante a reunião do Comitê para a Elaboração do Planejamento Estratégico (Cepe), na manhã desta quinta-feira, 6, o diretor-geral da Assembleia Legislativa, Milton Campos, disse que o Cidadão Participativo impressionou técnicos do Congresso Nacional. De acordo com ele, a Prodasen manifestou interesse em utilizar o programa desenvolvido pelo Parlamento goiano. Os representantes do Senado ficaram impressionados com a qualidade do software.

"Eles ficaram admirados ao saber que o Cidadão Participativo foi totalmente desenvolvido por servidores desta Casa. Estamos caminhando para nos tornarmos referência nacional. O Portal Assembleia foi muito elogiado, o que nos motiva a aumentar o empenho em torná-lo cada vez melhor. Hoje, a sociedade cobra mais transparência e eficiência nas ações do Poder Legislativo", avaliou o diretor-geral.

O diretor de Tecnologia da Informação da Assembleia Legislativa de Goiás, Leandro Rezende Carneiro de Mendonça, informou que  disse que os técnicos da Prodasen ficaram surpresos ao saber que a equipe desenvolvedora do Cidadão Participativo era muito enxuta e utilizou apenas softwares livres. De acordo com ele, a proposta poderá ser aproveitada por outras Casas Legislativas do País.

"Eles - os técnicos da Prodasen e Interlegis - ficam surpresos ao saber que o Cidadão Participativo foi desenvolvido por uma equipe enxuta. Eles disseram que o programa fortalece o Poder Legislativo, ao apresentar as demandas e encaminhamentos da sociedade de maneira clara e acessível. Acredito que o resultado positivo é fruto do trabalho de uma equipe em sintonia, em que as pessoas certas estão no lugar certo", afirmou Leandro Mendonça.

O diretor de TI disse que o representantes do Senado Federal enalteceram o acabamento e a qualidade do Cidadão Participativo. Leandro Mendonça disse que os técnicos do Senado ficaram impressionados com o software, especialmente pela clareza com que as informações são visualizadas, apresentando as demandas e encaminhamentos da sociedade.

"Na verdade, o Cidadão Participativo foi desenvolvido totalmente pela Assembleia Legislativa de Goiás por meio de software livre. Não se trata de ferramenta de terceiros. Um dos objetivos de nossa participação era apresentar o programa aos demais parlamentos do país, aumentando o intercâmbio de soluções para as necessidades do Poder Legislativo. Vale ressaltar ainda que o Cidadão Participativo foi completamente desenvolvido com recursos públicos, o que não cria impedimentos para ser utilizado por qualquer Parlamento do Brasil", afirmou Leandro Mendonça.

O diretor de TI também relatou que os representantes do Senado conheceram a segunda etapa do programa: o Cidadão Participativo Itinerante, que levará para todas as cidades goianas o acesso ao serviço. De acordo com ele, a inclusão digital vai permitir maior integração com a sociedade e reforçar a imagem do Poder Legislativo.

O Cidadão Participativo é um software que permite à população informar seus representantes sobre as demandas e problemas de sua região. As informações repassadas serão encaminhadas para as Comissões Temáticas, permitindo ampliar o debate sobre políticas públicas por meio de audiências, e oferecendo subsídios e informações para a elaboração e aperfeiçoamento de leis.

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