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Bia de Lima celebra aprovação de professores para compor o Conselho Estadual de Educação

A deputada estadual Bia de Lima (PT) celebrou, nesta quinta-feira, 12, a aprovação dos nomes dos professores Márcio Carvalho Santos – presidente do Conselho Municipal de Educação de Goiânia (CME) – e Lueli Nogueira – diretora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás (FE-UFG), para compor o Conselho Estadual de Educação de Goiás (CEE-GO).
“São nomes que vêm para fortalecer e aumentar a pluralidade necessária no CEE, representando entidades importantes e relevantes para o debate da educação em Goiás. Márcio representará os deputados e deputadas, já a professora Lueli representará o Fórum Estadual de Educação. Quero agradecer o voto dos deputados pelas duas indicações e reforçar que continuaremos lutando pelo fortalecimento dos órgãos normatizadores, que muito fazem pela educação de Goiás”, comemorou a parlamentar.
A aprovação dos nomes ocorre após um trabalho de articulação da deputada Bia de Lima. Inicialmente, os professores haviam sido vetados pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Alego.
“Como presidente da Comissão de Educação da Alego e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), não posso concordar com o relatório aprovado pela maioria dos parlamentares presentes na referida sessão, por ter se baseado em sentimentos puramente ideológicos e claramente expressos, em detrimento da capacidade técnica e do notório saber exigidos para a atuação no conselho. Ironicamente, os mesmos, que sempre discursam contra a doutrinação ideológica da educação, foram os que se deixaram cegar pela ideologia e rejeitar o nome indicado pelo Fórum Estadual de Educação e as mais de 23 entidades que o compõem, e encaminhado pela Casa Civil para referendo da Alego.
A indicação da professora Lueli Duarte, diretora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás e presidente do Fórum Estadual de Educação, cumpre o rito legal que designa ao Fórum uma vaga no colegiado, que tem “natureza representativa, com funções de caráter normativo, consultivo, orientador, deliberativo e fiscalizador nas questões educacionais, pedagógicas e didáticas referentes ao Sistema Educativo do Estado de Goiás”, disse a parlamentar em nota de repúdio publicada no jornal O Popular, em setembro deste ano, ao defender a indicação dos docentes.