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Notícias dos Gabinetes
Aprovação a Lula ajuda Dilma

04 de Fevereiro de 2009 às 11:01
Texto pulicado pelo jornalista Ricardo Brito da equipe do Correio Brasiliense.
Os primeiros efeitos da crise econômica não abalaram, até o momento, a gigantesca popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao contrário. Pesquisa divulgada ontem pela CNT/Sensus revela que o presidente Lula bateu, mais uma vez, os recordes de aprovação pessoal e do seu governo. Escolhida pelo presidente Lula para sucedê-lo em 2010, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, começa a pegar carona na visibilidade que tem tido no governo e registrou um aumento em todas as pesquisas de intenção de voto.

Em janeiro, o governo Lula alcançou 72,5% de avaliação positiva e 5% de negativa. No mês anterior, o índice positivo era de 71,1% e o negativo, 6,4%. A avaliação otimista ocorreu no desempenho pessoal do presidente da República. Ao todo, 84% dos entrevistados aprovaram o desempenho de Lula em janeiro e apenas 12,2% desaprovaram. Em dezembro de 2008, a aprovação pessoal era de 80,3% enquanto a desaprovação chegava a 15,2%. “O presidente se transformou numa espécie de âncora da esperança”, afirmou o presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Clésio Andrade, que patrocinou o levantamento.

Pela primeira vez, a pesquisa aponta os sinais da crise do cotidiano das pessoas. Os 2 mil entrevistados das cinco regiões do país disseram que, nos últimos seis meses, ficou mais difícil conseguir um emprego ou melhorar de renda. A quantidade de pessoas que afirmaram ter piorado as oportunidades de emprego, 38,57% dos entrevistados, ultrapassou o daquelas que afirmam ter melhorado, 32,7% do total. Ao mesmo tempo, a expectativa de que nos próximos seis meses a situação dos empregos vai melhorar subiu de 47,3% em dezembro para 51,1% no mês passado.

Por essa razão, segundo a pesquisa, metade dos entrevistados topa fazer o sacrifício de reduzir a jornada de trabalho com a consequente perda de parte do salário como forma de as empresas enfrentarem a crise financeira. Apenas 38,9% são contrários a essa mudança. E, seguindo a cartilha que o presidente Lula vem adotando até agora, 74,2% são favoráveis à abertura de linhas de crédito para as empresas passarem pela tormenta econômica.
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