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Lêda Borges diz que Brasil vive retrocesso de direitos sociais em relação à mulher

30 de Maio de 2019 às 15:40

Em pronunciamento no Pequeno Expediente, a deputada Lêda Borges (PSDB) disse que o país vive um retrocesso de direitos sociais em relação à mulher. De acordo com ela, há uma quebra nas garantias fundamentais asseguradas ao longo da história, por meio de muita luta política.

“No Brasil, enfrentamos um dos maiores retrocessos nos direitos sociais, e o principal deles é a segurança. A cada dia, as mulheres sofrem violência de natureza física, moral, psicológica e sexual. Mas não apenas elas. As crianças também estão sendo vítimas. O país passa por um momento grave com a quebra de direitos sociais conquistados ao longo da história. O mesmo ocorre na Educação”, afirmou a tucana.

Lêda Borges citou declarações dadas pela secretária de Economia, Cristiane Schmidt, que teria dito que não é verdade que o duodécimo não seja integralmente repassado para o Parlamento Goiano. De acordo com a deputada, não faz sentido a tramitar, na Casa, de um processo de concessão de título de cidadania para Schmidt.

“Gostaria de dizer que, infelizmente, que a base do governo propôs um título de cidadania para a secretária de Economia. Até ontem, ela mereceria a honraria, hoje não é merecedora. Tornou-se persona non grata. O que os mosquitinhos dizem ao meu ouvido é que nem o governador Caiado tem mais paciência com ela. A oposição avisou que ela era uma forasteira e que nem havia comido ainda um quilo de sal aqui. Ela não respeita a Casa, nem o povo goiano”, afirmou.

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