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Lêda Borges diz que projeto de Caiado é um massacre ao servidor público goiano

16 de Dezembro de 2019 às 15:14

A primeira deputada a fazer uso da tribuna no Pequeno Expediente da última sessão ordinária do ano, foi Lêda Borges (PSDB). Durante os cinco minutos que lhe é de direito, a parlamentar criticou a proposta governamental de reforma do Estatuto do Servidor Público Civil, e fez referência ao projeto nº 7213/19 como um pacote de de maldades ao servidor público goiano. “Nosso respeito, reconhecimento e apoio contra esse desmonte do serviço público em Goiás. Sou servidora pública aposentada, e tenho a garantia de uma lei melhor que hoje, mas infelizmente, estamos assistindo a um pacote de maldades perverso contra o servidor”, desabafou.

Lêda Borges ressaltou que apenas três estados brasileiros concluíram e votaram a reforma da Previdência, os outros ainda avaliam as alterações e os impactos dessa reforma, e continuou: “Goiás está votando a reforma para mostrar ao Governo Federal que está cumprindo à risca o Estado Mínimo na prestação dos serviços, porque o governador quer inserir Goiás no Regime de Recuperação Fiscal (RRF), a qualquer custo. Ele quer atender ao Ministro Paulo Guedes”, afirmou.

Para concluir o raciocínio, a deputada lembrou que a secretária de Economia, Cristiane Schmidt, quer cortar licença-prêmio, quinquênio, plano de carreira, data base e tantos outros benefícios do servidor porque a missão dela no Governo é economizar. “Ela está na secretaria para colocar Goiás no RRF, é para isso que ela está lá, para seguir a escola de Paulo Guedes e o Estado Mínimo, mas o cidadão precisa de serviços de qualidade. Quero saber se ela vai ficar aqui, ou vai embora quando o Governo acabar? Vai embora! Estamos vulneráveis. Estão fechando escolas, destruindo a UEG e desmantelando os serviços públicos. Sempre fui contra massacre ao servidor. Contem com o meu apoio”, concluiu.

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