Adriana critica condução das emendas e defende a derrubada da PEC da Previdência
Ao discutir junto à Comissão, de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que tramita na Casa, sob o nº 6418/19, a deputada Delegada Adriana Accorsi (PT) criticou a forma com que estaria sendo conduzida a apresentação de emendas ao texto original. Ela disse que faltou transparência e clareza nos diálogos e acordos previamente estabelecidos entre a bancada de oposição, os sidicatos de trabalhadores (notamente os da Educação) e a base governista.
Na sequência, ela voltou a pontuar os motivos pelos quais afirma ser contrária à aprovação da matéria. "Primeiro, porque as votações, conforme postas em andamento, ferem requisitos referentes aos prazos regimentais. Segundo, porque o próprio teor da PEC, como defendido pelo Governo e seus aliados, estaria atacando direitos legitimamente conquistados pelos servidores, não apenas à aposentaria por tempo, até então considerado justo para o exercícios de suas funções, mas tammém ao quinquênio e à lincença prêmio, que ficariam prejudicados, caso a proposta seja aprovada", pontuou.
Ela afirmou, por fim, já ter entrado com ação judicial junto ao Tribunal de Justiça de Goiás (TJ/GO), mas que a corte não teria se manifestado favorável à sua provocação.