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Na tribuna, Adriana Accorsi se manifesta contra a aprovação de mudanças no Estatuto do Magistério

21 de Dezembro de 2019 às 11:20

O Plenário do Legislativo goiano aprecia, na manhã deste sábado, 21, os projetos constantes da Ordem do Dia da 10ª sessão extraordinária do período de autoconvocação. A matéria que está em discussão, no momento, é a de nº 7211/19, que faz alterações na Lei nº 13.909, de 25 de setembro de 2001, a qual versa sobre o Estatuto e o Plano de Cargos e Vencimentos do Pessoal do Magistério.

Parlamentares das bancadas governista e de oposição se revezam na tribuna para discutir a proposição. A deputada Delegada Adriana Accorsi (PT) foi uma das que se manifestou; ela disse que, se aprovado em segunda e definitiva fase de votação, o projeto “enterrará, infelizmente, o sonho desses professores e professoras”.

A deputada disse que completa, em janeiro de 2020, duas décadas da sua carreira na Polícia Civil do Estado de Goiás. Adriana disse que sua vivência profissional contribuiu para que ela constatasse, na prática, a importância do investimento em educação para que um País tenha menores índices de violência.

“Com a educação sendo valorizada, temos um País com menos homicídios, menos uso de drogas, menos exploração sexual de crianças e adolescentes. Enfim, todo tipo de criminalidade cai. Mas de onde começamos a valorizar a Educação? É pelo prédio? Não. É pelo trabalhador e pela trabalhadora. É pelo ser humano que está ali dedicando a sua vida. A gente começa a valorizar uma carreira pelo ser humano. A Educação ajuda a gente a realizar os nossos sonhos. Foi assim que eu realizei o meu sonho de ser policial. Foi através da Educação”, afirmou.

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