Karlos Cabral diz ser contrário a projeto do Executivo que altera Estatuto do Magistério
Na Ordem do Dia da sessão ordinária híbrida da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) desta quinta-feira, 6, o deputado Karlos Cabral (PDT) manifestou voto contrário ao projeto da Governadoria que propõe alterações no Estatuto e no Plano de Cargos e Vencimentos do Pessoal do Magistério, e revoga a Lei n° 18.589, de 1º de julho de 2014, que altera o referido estatuto e a Lei n° 17.257, de 25 de janeiro de 2011.
Cabral argumentou que a proposição, segundo ele, é ruim para os professores de Goiás. “Ela transforma o pagamento de horas complementares em contratos. É uma redução real no salário do professor”, disse ele.
O parlamentar ainda questionou a suspensão de possibilidade dos profissionais terem duplo vínculo na rede estadual de ensino e a economia prevista pelo Poder Executivo no projeto. “Essa economia de três milhões de reais vai ser feita em cima do salário do professor e isso não podemos aceitar”, exclamou o pedetista.
Karlos Cabral acrescentou, também, que a alteração proposta traz prejuízos adicionais em razão da não contribuição previdenciária pelas horas complementares. Vamos dar um prejuízo para a carreira do professor de Goiás”. O deputado chegou a apresentar voto em separado na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), propondo a suspensão da tramitação da matéria, mas a iniciativa foi rejeitada.