Audiência Pública
O segundo dia da audiência pública que discutiu os 20 anos do Hospital de Medicina Alternativa - HMA, contou com a participação de representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa, e do Ministério da Saúde - MS. O deputado federal Doutor Rosinha, do PT do Paraná, também esteve presente. A iniciativa é do presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Mauro Rubem (PT).
A reunião, na Sala Sólon Amaral da Assembléia Legislativa, contou com a presença de funcionários e pacientes do HMA. A deputada Adriete Elias (PMDB) e a vereadora Cida Garcez (PSDB) também participaram do evento, onde foram apresentados os trabalhos desenvolvidos em Goiás, referentes à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC).
A representante do departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Carmem de Simone, explicou que as técnicas em questão são chamadas técnicas integrativas e complementares porque não há opção terapêutica, mas que é opção ampliada de saúde que deveria ser oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Carmem de Simone diz ainda que um dos maiores desafios da implementação regular do PNPIC é a qualificação de profissionais. Ela defende que parcerias com universidades é fundamental. Representante da Anvisa, Fátima Cristina Gonçalves da Silva discutiu com os participantes sobre a legislação no uso e comercialização dos produtos fitoterápicos.
Depois de apresentar vídeo histórico, o médico do HMA, Danilo Maciel Carneiro apresentou na audiência algumas dificuldades da unidade. Ele explicou que as despesas para reabertura do laboratório de fitoterapia giram em torno de R$ 40 mil. “O laboratório funcionando pode beneficiar milhares de pessoas. Pode diminuir filas nos Cais e hospitais por que as práticas integrativas trabalham principalmente, com prevenção”, explica.