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Assembléia assina termo para financiar pesquisas

21 de Maio de 2008 às 11:32
Mais um salto positivo para a pesquisa no Estado de Goiás foi acertado na tarde desta terça-feira. Desta vez foi a parceria entre a Assembléia Legislativa e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) para a implantação da Universidade do Parlamento.

A universidade é um projeto de instituição coorporativa que vai financiar pesquisas sobre temas de interesse do Parlamento, promover eventos como seminários, workshops e oferecer cursos de graduação, extensão e pós-graduação voltados para servidores e parlamentares, não só da Assembléia Legislativa, mas também de Câmaras Municipais que firmarem convênios. 

O termo de cooperação técnico-científica para lançamento de editais de contratação de pesquisas científicas foi assinado pelo presidente da Assembléia Legislativa, Jardel Sebba (PSDB), e o presidente da Fapeg, Leonardo Guedes. O convênio é a concretização da Universidade do Parlamento e é coordenado pelo diretor científico da Fapeg, Clecildo Barreto, e o diretor do Centro de Cultura e Intercâmbio da Assembléia (CCI), professor Luis Signates. Segundo o presidente, a Assembléia Legislativa de Goiás é pioneira no País neste tipo de convênio. “É a primeira vez no Brasil que o Poder Legislativo financia pesquisa na área de políticas públicas e legislação”.  

Jardel Sebba ressaltou ainda que toda sociedade será beneficiada com a Universidade do Parlamento. “Vamos investir na formação dos assessores e parlamentares, vamos nos apropriar do conhecimento científico para garantir a prestação de melhores serviços aos cidadãos”, explicou. 

O presidente da Fapeg elogiou o presidente da Assembléia pela iniciativa “inédita” e agradeceu ao governador Alcides Rodrigues (PP) por ter liberado os recursos para o lançamento dos editais de pesquisa. “Essa parceria vai permitir que a Assembléia tenha acesso a um conhecimento mais adequado, segundo suas próprias demandas, que vai permitir um melhor uso de seus recursos humanos”, frisou.

Custo
O convênio prevê investimentos da ordem de R$ 405 mil – R$ 255 mil por parte da Fapeg e contrapartida de R$ 150 mil da Assembléia, que serão destinados a financiar pesquisas sobre temas que sejam do interesse das comissões temáticas da Casa. Os critérios que serão observados para a seleção dos trabalhos são: possibilidade de transformação da pesquisa em legislação pertinente, possibilidade de gerar políticas públicas para o Estado e potencial de repercussão na sociedade.
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