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Na tribuna, Mauro Rubem associa revogação da taxa do Fundeinfra com ação no STF

19 de Fevereiro de 2026 às 10:53

Quarto deputado a fazer uso do Pequeno Expediente da sessão ordinária híbrida desta quinta-feira, 19, Mauro Rubem (PT) questionou, na tribuna, fatos apontados pelo governador Ronaldo Caiado (PSD) na abertura dos trabalhos da 4ª Sessão Legislativa Ordinária da 20ª Legislatura do Parlamento goiano.

Em especial, o deputado argumentou a respeito do fim da taxa do Fundeinfra, anunciado pelo gestor estadual. Segundo Rubem, a criação do tributo foi “um erro jurídico, administrativo e moral”, que resultou em uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Às vésperas do julgamento da ação de inconstitucionalidade, que nós do PT entramos, é anunciada a revogação da lei. Não foi um gesto de consciência. Se fosse, não teria constituído o fundo lá atrás. Foi uma reação à derrota anunciada e todos nós sabemos: revogar pode tentar escapar do caminho, mas não apaga o passado, não apaga os contratos, não apaga as obras sem licitação, não apaga quase R$ 50 milhões em honorários pagos para manter a cobrança questionável”, ponderou Mauro Rubem.

Agência Assembleia de Notícias
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