Clécio Alves questiona contratos da gestão municipal de Goiânia
No Pequeno Expediente desta terça-feira, 7, o deputado Clécio Alves (PSDB) subiu à tribuna para seguir com seus questionamentos à gestão municipal de Goiânia. Alves apontou um suposto superfaturamento em contrato de sinalização viária, que visa à segurança e à organização do tráfego urbano da cidade. O deputado também teceu críticas aos instrumentos de arrecadação municipal que, para ele, representam sobretaxas para a manutenção da limpeza pública da capital.
Clécio Alves questionou o prefeito Sandro Mabel (UB) em relação a um suposto contrato de R$ 28 milhões para fazer sinalizações viárias, que incluem a instalação de quebra-mola de borracha em Goiânia. O parlamentar apontou problemas neste contrato e citou, como exemplo, o valor de R$ 3.300,00 na construção de uma unidade de quebra-mola. De acordo com Alves, em processo semelhante, em Aparecida do Rio Doce, cidade do interior do Estado, o mesmo quebra-mola custa apenas R$ 293,00.
Outra crítica apontada por Alves foi a criação da taxa de lixo na capital. "Ele cobra taxa de lixo de lote baldio; cobra taxa de lixo de condomínio horizontal e vertical, onde já é pago via serviço particular; ele vai lá e cobra duas, três vezes a mesma taxa e, não bastando, cobra também para fazer qualquer atividade nos parques de Goiânia”, destacou por fim.