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Vanuza quer seminário para prefeitos eleitos

16 de Setembro de 2008 às 10:00

Presidente da Comissão de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Assembléia Legislativa, a deputada Vanuza Valadares (PSC) já determinou à sua equipe a preparação de um seminário para discutir as questões do meio ambiente com os prefeitos eleitos em 5 de outubro. A expectativa é de que o evento seja realizado em março, objetivando uma maior participação dos municípios goianos.

V
anuza Valadares lembra que a Comissão de Meio Ambiente já tem experiências de outros seminários, por isso acredita que esse evento tem tudo para superar as expectativas. “A partir do momento que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) divulgar a lista dos prefeitos eleitos, entraremos em contato com cada um deles, ressaltando, sobretudo, a importância do seminário para uma gestão voltada para o desenvolvimento sustentável em cada município de Goiás”, salientou a deputada.

A Comissão de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Assembléia Legislativa, na gestão de Vanuza Valadares, participou do 4º Seminário da Engenharia, em comemoração ao Dia Mundial da Água. “Realizamos o 1º Simpósio sobre Resíduos Sólidos do Estado, evento voltado para os secretários de meio ambiente e prefeitos de todo o Estado e também realizamos a audiência pública sobre a Conscientização no Campo - Destinação Final de Embalagens de Agrotóxicos”, frisou a parlamentar.

E acrescentou: “A Comissão trabalha a questão do meio ambiente, tendo em vista, acima de tudo a condição do ser humano. Acredito que assim tomamos uma direção mais sensata na defesa dos interesses coletivos. Emprego e renda auxiliam na preservação dos recursos naturais. E por isso propus projeto de lei para que as empresas que atuam na área de meio ambiente e recursos hídricos tenham um técnico habilitado em seus quadros de funcionários. Trabalhamos também para a regularização do Programa Federal de Eletrificação Rural, o Programa Luz para Todos. Afinal, o aumento dos bolsões de pobreza nas grandes cidades, tem a sua origem na falta de oportunidades no campo. Não podemos ignorar que é preciso levar conforto e tecnologia ao campo. Isso é desenvolvimento sustentável, uma balança de valoração de direitos, e todos têm direito à dignidade e a um meio ambiente equilibrado”.

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