Empresários de indústrias de confecção atuam na inclusão social
Liderança emergente do setor empresarial goiano, Frederico Martins Evangelista toma a iniciativa de propor mais uma iniciativa inovadora à frente da Associação Goiana das Indústrias de Confecções e Correlatas (Agicon): a de promover um acordo com um grupo de 20 grandes empreendedores de moda para produzir roupas com finalidade de dar sustentação a projetos sociais desenvolvidos pela Organização das Voluntárias de Goiás, sob a coordenação da primeira-dama Raquel Rodrigues.
Os empresários reconhecem que Raquel Rodrigues realiza um trabalho sério, humanitário, cristão à frente da OVG, o que a credencia a buscar qualquer parceria junto aos diversos segmentos da sociedade goiana. Raquel Rodrigues é uma pessoa simples, sensível, humana e inteiramente dedicada ao trabalho de inclusão social em Santa Helena e também na direção da OVG. Nunca uma primeira-dama fez tanto pelo social quanto Raquel Rodrigues.
Frederico Martins Evangelista é um jovem que vem se destacando à frente da indústria têxtil e de confecções, sendo diretor regional da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções, presidente do Sindicato da Indústria de Roupas em Geral de Goiânia e presidente da Associação Goiana da Indústria de Confecção.
O presidente da Agicon sustenta que essa parceria com a OVG é uma forma de retribuição aos benefícios de isenção de carga tributária para as indústrias de confecção e vestuário em vigor desde o início do ano, conforme proposta do governador Alcides Rodrigues e deliberação da Assembleia Legislativa.
Tive atuação firme, no plenário e nas comissões técnicas, na defesa desse projeto de isenção fiscal, porque entendo que a medida garante maior competitividade dos manufaturados goianos e manutenção dos empregos. O setor tem perdido concorrência de mercado para países como a China. Conforme estudo da Secretaria da Fazenda, com a medida, o governo abre mão de arrecadar R$ 2 milhões por mês.
O governador Alcides Rodrigues é sensível às reivindicações justas e, mais uma vez, atua em defesa dos interesses maiores da sociedade. De pronto, atendeu ao pedido da Agicon e da comissão de deputados estaduais que trabalha em favor do fortalecimento das indústrias de confecções de nosso Estado.Também o secretário Jorcelino Braga (Fazenda) teve participação decisiva neste apoio às indústrias de confecções, com a redução de impostos. Braga, desde o início do governo Alcides, tem-se revelado um administrador eficiente, ousado e inovador.
Frederico Martins Evangelista está otimista em relação à parceria dos empresários com a primeira-dama Raquel Rodrigues, no sentido de se implementar projetos sociais continuados e duradouros, e não apenas eventuais, principalmente nas festas de final e início de ano. “O empresariado tem compromissos com a modernização econômica, que gera empregos, mas tem também responsabilidade com a inclusão social, que reduz os índices de analfabetismo e misérias da sociedade”, diz o presidente da Agicon.
O setor de confecções goiano, que hoje ocupa o 7º lugar no ranking nacional de produção, gera 22 mil empregos formais no Estado. Ao todo, existem cerca de quatro mil empresas trabalhando formalmente. Frederico conta que mesma quantidade de empresas ainda trabalha informalmente. Atualmente, a indústria de confecção movimenta cerca de R$ 280 milhões por mês em todo Estado. Aproximadamente 95% da produção é exportada para outros Estados, como Minas Gerais e Pará.
Goiânia é responsável por 50% da produção do polo de confecções. Em seguida, figuram Jaraguá, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Trindade e Catalão. Frederico destaca cidade de Sanclerlândia, que há oito anos possuía apenas cinco costureiras e hoje trabalha com mais de 800 profissionais.
O setor de confecções e vestuário possui grande importância social, já que emprega muita mão-de-obra feminina. Apenas 17% dos trabalhadores da confecção são homens. Além disso, as empresas não exigem formação profissional e empregam mulheres acima de 40 anos. “É um ofício fácil de aprender”, acrescenta o dirigente.
Frederico conta que o volume exportado hoje para outros países alcança US$ 1 milhão por ano, sendo moda praia o principal segmento exportado. E Goiás possui potencial para chegar aos US$ 30 milhões por ano.