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Cúpula do Clima

08 de Dezembro de 2009 às 19:44
Thiago Peixoto participa da Conferência do clima em Copenhague e faz parte da delegação chefiada por Dilma Roussef.

A Cúpula da ONU sobre mudanças climáticas (COP15) começou nesta segunda-feira, 7, em Copenhague, na Dinamarca. O deputado Thiago Peixoto (PMDB) participará da 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas, que pretende discutir maneiras de reduzir as emissões globais de CO2 - Dióxido de Carbono - e, com isso, tentar reduzir os efeitos causados pelo aquecimento global. Delegados de 190 nações buscam um novo acordo global em substituição ao Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.

Thiago Peixoto chegará em Copenhague no próximo sábado, 12. O parlamentar integrará a delegação brasileira, que será chefiada pela ministra Dilma Rouseff e vai participar da segunda semana da Cúpula, na etapa de decisões. “O encontro tem uma meta ousada, um objetivo que está movendo todo o planeta.
Cerca de cem líderes internacionais já confirmaram presença na conferência, entre eles, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o presidente Lula, a chanceler alemã, Angela Merkel, o presidente da França, Nicolas Sarcozy, e outros líderes mundiais”, ressaltou.

A presença de chefes de Estado está prevista para os dias 17 e 18 de dezembro com o objetivo de dar envergadura política para um acordo. O deputado acredita que dificilmente serão definidas metas em um acordo global que leve à redução das emissões de gases do efeito estufa.

Contudo, Thiago Peixoto confia na elaboração de um plano, graças à mobilização política em torno do combate ao aquecimento global e à toda forma de agressão ao meio ambiente. “A grande mobilização não permitirá o fracasso das negociações em Copenhague,
apesar das divergências entre países ricos e pobres”, destacou o deputado.

Análises otimistas apontam para
uma grande chance de se conseguir ao menos um acordo interino, principalmente porque os EUA e a China, maiores emissores de gases do mundo, prometeram reduzir suas emissões e seus dois líderes concordaram em participar do encontro. Entretanto, nos últimos meses, reuniões preparatórias e encontros multilaterais não foram suficientes para fechar pontos importantes do acordo que, segundo regras da Organização das Nações Unidas, só pode ser aprovado por consenso.

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