Debate sobre Conselhos Tutelares foi aberto agora
Presidente da Comissão da Criança e do Adolescente da Assembleia, a deputada Mara Naves (PMDB) abre nesse instante audiência pública sobre atuação dos Conselhos Tutelares. Realizada na Sala Solon Amaral, a reunião conta com a participação de autoridades da área, especialmente de conselheiros tutelares eleitos para o triênio 2010/2013.
Mara Naves abriu o encontro dando boas vindas aos presentes. Em seguida, foi composta a mesa dos trabalhos, que ficou assim: Mara Naves, presidente: deputado Júlio da Retífica (PSDB), vice-presidente; psicóloga Ana Lídia Fleury, presidente da Associação dos Conselheiros e ex-conselheiros Tutelares do Estado de Goiás; o promotor de Justiça Everaldo Sebastião de Souza, coordenador do Centro de Apoio Operacional da Criança e da Juventude do Ministério Público estadual, e Carmem Sílvia, primeira-dama de Aparecida de Goiânia.
Registraram presenças os representantes da Secretaria de Estado de Cidadania e Trabalho e dos deputados federais: João Campos e Raquel Teixeira, ambos do PSDB; e Rubens Otoni (PT), bem como do Frei Marcos, representante da Arquidiocese de Goiânia, além de outros militantes na área, ao exemplo de João Luís Correa Batista, do Centro de Internação para o Adolescente (CIA). Em seguida, as autoridades da mesa fizeram uso da palavra para ressaltar a importância dos Conselhos Tutelares e dos conselheiros que o compõe. Falou-se da atribuição, das condições de trabalho e do processo de escolha do conselheiro tutelar.
Os deputados Júlio da Retífica e Mara Naves ressaltaram, em suas falas, a importância dos conselheiros tutelares para a construção de uma sociedade mais humana e justa. O propósito da audiência pública é debater exaustivamente o tema, visando colher subsídios para ajudar os Conselhos Tutelares e seus componentes a melhor cumprir o seu papel. Neste intuito foi colocada uma caixa para colher sugestões com vistas ao trabalho da Comissão da Criança e do Adolescente da Assembleia Legislativa objetivando contribuir para que o conselheiro tutelar desempenhe melhor suas atribuições.