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Cúpula do Clima

12 de Dezembro de 2009 às 11:22
Thiago Peixoto chega neste sábado, 12, em Copenhague, Dinamarca, para participar da 15ª Conferência sobre o clima.

Deputado Thiago Peixoto chega neste sábado, 12, em Copenhague, Dinamaca, onde participa, como integrante da delegação brasileira chefiada pela ministra Dilma Roussef, da 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas. A Cúpula da ONU sobre mudanças climáticas (COP15) começou na segunda-feira, 7, com o objetivo de discutir fórmulas para reduzir as emissões globais de CO2 (Dióxido de Carbono) e, com isso, tentar reduzir os efeitos causados pelo aquecimento global.

Delegados de 190 nações buscam um novo acordo global em substituição ao Protocolo de Kyoto, que expira em 2012. Para o parlamentar,  “o encontro tem uma meta ousada, um objetivo que está movendo todo o planeta. Cerca de 100 líderes internacionais já confirmaram presença na conferência, entre eles, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o presidente Lula, a chanceler alemã, Angela Merkel, o presidente da França, Nicolas Sarcozy, e outros líderes mundiais”, ressaltou.

A presença de chefes de Estado está prevista para os dias 17 e 18 de dezembro com o objetivo de dar envergadura política para um acordo. O deputado acredita que dificilmente serão definidas metas em um acordo global que leve à redução das emissões de gases do efeito estufa.

Thiago Peixoto confia na elaboração de um plano, graças à mobilização política em torno do combate ao aquecimento global e à toda forma de agressão ao Meio Ambiente. “A grande mobilização não permitirá o fracasso das negociações em Copenhague,
apesar das divergências entre países ricos e pobres”, destacou o deputado.

Análises otimistas apontam para
uma grande chance de se conseguir ao menos um acordo interino, principalmente porque os EUA e a China, maiores emissores de gases do mundo, prometeram reduzir suas emissões e seus dois líderes concordaram em participar do encontro. Entretanto, nos últimos meses, reuniões preparatórias e encontros multilaterais não foram suficientes para fechar pontos importantes do acordo que, segundo regras da Organização das Nações Unidas, só pode ser aprovado por consenso.

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