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Humberto Aidar diz que CPI vai investigar cobrança indevida em talão de energia

19 de Janeiro de 2010 às 21:53
Relator da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga o endividamento da Celg, o deputado Humberto Aidar (PT) considerou, durante entrevista, que a participação do advogado Alcimar de Almeida foi mais elucidativa do que o depoimento do advogado Alex Ivan de Castro, o primeiro a participar da reunião da tarde desta terça-feira, 19, no auditório Solon Amaral.

O relator da CPI destaca informação trazida por Alcimar de Almeida de que a Celg paga imposto a mais para União por causa da inclusão do ICMS na base de cálculo dos tributos federais PIS/Cofins. Comenta, ainda, que será preciso esclarecer outra informação de que os consumidores estão pagando mais caro pela energia por causa desta cobrança indevida do PIS/Cofins. “Vamos aprofundar mais nessa questão de que nós poderíamos estar pagando menos no nosso talão de energia elétrica”, promete Humberto Aidar.     

“Alcimar de Castro se mostrou um advogado competente e falou com base em documentos. Agora, como relator da CPI, vamos nos debruçar sobre esses documentos para averiguar a veracidade desses documentos”, explica Humberto Aidar.

O parlamentar comenta que o depoimento serviu para esclarecer sobre pagamentos de honorários ao advogado. “Comentava-se que ele teria recebido mais de R$ 17 milhões, o que não é verdade. Os honorários recebidos até agora chegariam a R$ 4 milhões. Ele tem mais a receber, mas ainda estão bloqueados na Justiça”, completa.

 

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