Pensando em Goiânia para o futuro
* Fábio Sousa é deputado estadual pelo PSDB, presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Alego (contato@fabiosousa.com.br / www.twitter.com/depfabiosousa)
Uma preocupação está me atormentando nos últimos dias. Goiânia deve chegar a ter dois milhões de habitantes nos próximos 10 ou 15 anos. Teremos este aumento considerável da população por dois motivos óbvios: o êxodo do interior para a Capital e o número de nascidos nestes próximos anos. Com este futuro desenhado me vem a preocupação: aonde vamos arrumar emprego para tanta gente?!
Centenas de jovens deixam as faculdades rumo ao mercado de trabalho todo semestre. As crises econômicas fazem as empresas demitirem seus funcionários para se adequarem. Milhares de pessoas vem todo ano para Goiânia em busca de uma vida melhor. Enquanto isto Goiânia não tem indústrias, empresas ou mesmo mercado de trabalho para absorver tantas pessoas.
Quando uma indústria chega em Goiás há uma verdadeira disputa para que a mesma seja instalada em uma de nossas cidades pólo, no interior. O que é salutar, pois estas regiões serão beneficiadas com divisas, investimentos externos e geração de emprego. Mas a nossa capital vai ficando esquecida.
Sei que há uma verdadeira tendência mundial de que os grandes centros sejam esvaziados. Mas creio que existam outros problemas sociais que deveriam ser considerados. A falta de emprego gera falta de renda para a população. Não havendo renda, o comércio é prejudicado, ocasionando mais demissões e agravando a situação. A equação é simples.
Sem contar que a falta de emprego gera o aumento da criminalidade e da violência. O banditismo não pode ser olhado apenas como a falta de oportunidade, deve ser considerado como a falta de caráter de um indivíduo. Entretanto, não podemos desconsiderar que muitos optam pela vida bandida pelo fato de não terem como obter dinheiro. E dinheiro de forma honesta só vem através do trabalho.
Sei que este não é um problema crônico para a Goiânia de hoje. A Goiânia de hoje vive um surto terrível de dengue, uma saúde que precisa urgentemente de investimentos e de gestão, um trânsito caótico e um transporte coletivo que tem de ser repensado. Ainda há a falta de programas sociais, a falta de creches em alguns setores e falta uma política de profissionalização, sobretudo dos jovens, sem contar os inúmeros casos de moradias irregulares. Talvez estes problemas requeiram ações mais emergenciais. Entretanto não devemos pensar só na Goiânia de hoje. Devemos hoje, construir também a Goiânia do nosso futuro.
Pensando nesta Goiânia do futuro é que faço o alerta para que a nossa capital tenha uma política programada de geração de empregos. Através da criação de pólos industriais nas regiões periféricas da cidade, de uma política de valorização do micro e pequeno empresário e também de uma política de valorização do comércio. As empresas e o comércio crescendo contratarão mais.
Sem contar com a qualificação de mão de obra, através de cursos profissionalizantes e um programa de inserção ao mercado de trabalho, sobretudo do primeiro emprego da juventude.
Lancei em meu Twitter uma pesquisa sobre este tema. Recebi sugestões de vários munícipes de Goiânia. Líderes comunitários, políticos, jornalistas, estudantes, entre outros, já mandaram sugestões consideráveis. Creio que este debate deve ocupar a mente de todos para que Goiânia não se torne uma cidade violenta, sem oportunidade, mas continue uma cidade bela, com oportunidade para todos e segura.
Uma preocupação está me atormentando nos últimos dias. Goiânia deve chegar a ter dois milhões de habitantes nos próximos 10 ou 15 anos. Teremos este aumento considerável da população por dois motivos óbvios: o êxodo do interior para a Capital e o número de nascidos nestes próximos anos. Com este futuro desenhado me vem a preocupação: aonde vamos arrumar emprego para tanta gente?!
Centenas de jovens deixam as faculdades rumo ao mercado de trabalho todo semestre. As crises econômicas fazem as empresas demitirem seus funcionários para se adequarem. Milhares de pessoas vem todo ano para Goiânia em busca de uma vida melhor. Enquanto isto Goiânia não tem indústrias, empresas ou mesmo mercado de trabalho para absorver tantas pessoas.
Quando uma indústria chega em Goiás há uma verdadeira disputa para que a mesma seja instalada em uma de nossas cidades pólo, no interior. O que é salutar, pois estas regiões serão beneficiadas com divisas, investimentos externos e geração de emprego. Mas a nossa capital vai ficando esquecida.
Sei que há uma verdadeira tendência mundial de que os grandes centros sejam esvaziados. Mas creio que existam outros problemas sociais que deveriam ser considerados. A falta de emprego gera falta de renda para a população. Não havendo renda, o comércio é prejudicado, ocasionando mais demissões e agravando a situação. A equação é simples.
Sem contar que a falta de emprego gera o aumento da criminalidade e da violência. O banditismo não pode ser olhado apenas como a falta de oportunidade, deve ser considerado como a falta de caráter de um indivíduo. Entretanto, não podemos desconsiderar que muitos optam pela vida bandida pelo fato de não terem como obter dinheiro. E dinheiro de forma honesta só vem através do trabalho.
Sei que este não é um problema crônico para a Goiânia de hoje. A Goiânia de hoje vive um surto terrível de dengue, uma saúde que precisa urgentemente de investimentos e de gestão, um trânsito caótico e um transporte coletivo que tem de ser repensado. Ainda há a falta de programas sociais, a falta de creches em alguns setores e falta uma política de profissionalização, sobretudo dos jovens, sem contar os inúmeros casos de moradias irregulares. Talvez estes problemas requeiram ações mais emergenciais. Entretanto não devemos pensar só na Goiânia de hoje. Devemos hoje, construir também a Goiânia do nosso futuro.
Pensando nesta Goiânia do futuro é que faço o alerta para que a nossa capital tenha uma política programada de geração de empregos. Através da criação de pólos industriais nas regiões periféricas da cidade, de uma política de valorização do micro e pequeno empresário e também de uma política de valorização do comércio. As empresas e o comércio crescendo contratarão mais.
Sem contar com a qualificação de mão de obra, através de cursos profissionalizantes e um programa de inserção ao mercado de trabalho, sobretudo do primeiro emprego da juventude.
Lancei em meu Twitter uma pesquisa sobre este tema. Recebi sugestões de vários munícipes de Goiânia. Líderes comunitários, políticos, jornalistas, estudantes, entre outros, já mandaram sugestões consideráveis. Creio que este debate deve ocupar a mente de todos para que Goiânia não se torne uma cidade violenta, sem oportunidade, mas continue uma cidade bela, com oportunidade para todos e segura.