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CPI da Celg

26 de Janeiro de 2010 às 18:15
André Luiz Lins Rocha faz esclarecimentos à Comissão sobre sua gestão, de novembro de 2004 a maio de 2007.
A Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga o endividamento da Celg nos últimos 25 anos realiza na tarde desta terça-feira, 26, oitiva com ex-presidentes da Companhia nesta terça-feira, 26, no auditório Solon Amaral. Está sendo ouvido André Luiz Baptista Lins Rocha, que presidiu a empresa entre 12 de maio de 2005 e  8 de maio de 2007. 

Estão confirmadas as participações de Francisco de Freitas Castro, presidente entre 25 de novembro de 1998 e 1º de janeiro de 1999; e o ex-presidente Clóvis de Oliveira, que comandou a Companhia entre 27 de julho de 2000 e 30 de abril de 2001.

A partir desta semana, conforme anunciado pelo presidente da CPI, Helio de Sousa (DEM), serão ouvidos três testemunhas por dia. Na quarta-feira, 27, serão ouvidos mais um ex-presidente - Marco Antônio Machado - e dois ex-membros da comissão responsável pela transferência de Corumbá I para Furnas, em 1984: Adalberto Evangelista Sampaio e Luis Fernando Torres.

Na quinta-feira, 28, a partir das 14 horas, a CPI da Celg recebe os ex-presidentes José Walter Vasquez Filho; Ênio de Andrade Branco; e José Paulo Loureiro. A oitiva será realizada também no auditório Solon Amaral.

Na última semana, a CPI da Celg ouviu os advogados Alex Ivan de Castro Pereira e Alcimar de Almeida. Também foram colhidos os depoimentos dos ex-presidentes Felicíssimo Sena e Valdivino de Oliveira.

Cronograma

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga o endividamento da Celg nos últimos 25 anos, Helio de Sousa (DEM), detalhou o cronograma de atividades e convocações para as próximas semanas. De acordo com ele, o Tribunal de Contas do Estado de Goiás vai entregar ainda mais duas análises sobre a Companhia.

Helio de Sousa disse que o TCE vai apresentar a análise da Celg no período compreendido entre 1995 e 2002 no dia 3 de fevereiro, às 8h30, no auditório Solon Amaral. O último documento produzido pelos servidores que auxiliam a CPI será entregue em 22 de fevereiro, às 14h30, no mesmo local. Ambas as reuniões deverão ser abertas ao público.

O democrata informou que as oitivas de testemunhas serão concluídas até 17 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas. O parlamentar informou que poderá, inclusive, ocorrer reuniões durante a segunda-feira de Carnaval caso sejam necessárias.

"O relatório final será entregue por Humberto Aidar impreterivelmente em 2 de março, quando será apreciado pelos deputados-membros da CPI da Celg. Esperamos ouvir, em média, três depoimentos por reunião", afirmou Helio de Sousa.

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