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Humberto Aidar elogia participação de Marco Antônio Machado na CPI da Celg

27 de Janeiro de 2010 às 20:39

Relator da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga o endividamento da Celg nos últimos 25 anos, o deputado Humberto Aidar (PT), avalia que a audição com o engenheiro Marco Antônio Machado, ex-presidente da estatal entre 1983 e 1987, serviu para trazer à tona o problema da transferência da usina Corumbá I para Furnas, ocorrida em 1984, no Governo de Iris Rezende.

Conforme relatório da Fipe, essa transação seria um dos motivos da crise enfrentada pela empresa atualmente. O engenheiro foi ouvido na tarde desta quarta-feira, 27, em reunião realizada no auditório Solon Amaral.

Humberto Aidar avalia como positiva a participação do engenheiro na CPI, pois considera que Marco Antônio comprovou que administrou a Celg com competência. Quanto à transferência de Corumbá I para Furnas, Humberto Aidar explica que o ex-presidente não teve nenhuma responsabilidade na transação, pois apenas teria cumprido ordens. “A decisão veio do Governo Federal e do Governador”, afirma o deputado petista.

 

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