2010 de profunda reflexão
* Padre Ferreira é deputado estadual pelo PSDB(www.padreferreira.com.br)
Um 2010 que faz a gente pensar sobre a fragilidade da vida, de nossa natureza humana. Acontecimentos estes que não têm feito distinção de raça, credo ou classe social; ricos e pobres têm sido atingidos da mesma maneira. Moradores de favelas e de bairros nobres.
É fato que, por mais que temos avançado em tecnologias, em descobertas, planos econômicos e outras invenções e intervenções, a vida continua frágil diante de tantas outras forças. A natureza, principalmente, se mantém implacável com o homem. Somos pequenos diante deste mundo e das diferentes dimensões da vida.
A morte da médica Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, é uma grande perda não só para o Brasil, mas para toda a humanidade. Pessoa simples, humilde e que dedicou toda a sua vida a ajudar ao próximo. Ela se foi no terremoto no Haiti, mas deixou um legado de conquistas e exemplo de vida para todos nós.
Este legado é uma espécie de atalho na difícil missão de fazer o bem, de ajudar as pessoas, de tentar tornar o planeta um lugar melhor para viver. A história de vida de Zilda Arns não pode se acabar com sua morte. É preciso continuar a missão. Resgatar nossas crianças é salvar o futuro, é salvar a todos nós.
Assim, nossos sonhos não podem morrer. Precisamos continuar enfrentando os desafios que a vida nos propõe a cada dia, sem abaixar a cabeça e acreditando que juntos podemos sempre vencer, principalmente quando somos capazes de estender as mãos e entender que estas mãos podem fazer a diferença.
Um mundo mais humano e fraterno é possível, sempre com o imenso desejo de aliviar os sofrimentos de outras pessoas. Muitas, mas muitas pessoas com o coração solidário fazem e continuam fazendo a diferença em nossa sociedade.
Nos últimos dias, por exemplo, mais do que duplicou as doações para a Pastoral da Criança. Sensibilizados pela ida repentina de Zilda Arns, os brasileiros aumentaram o número de doações em dinheiro para a instituição que ajuda crianças pobres nos lugares mais carentes do País.
Da mesma forma, em Goiás, a sociedade tem se mobilizado para ajudar os desabrigados do terremoto no Haiti. Dinheiro, remédios e alimentos estão sendo doados para tentar melhorar a vida de quem reside na capital Porto Príncipe. Na Assembleia Legislativa, por exemplo, existe um posto de recolhimento de donativos. E a população não para de colaborar.
E é isso que nos dá esperança, que renova nosso otimismo em poder acreditar. Embora toda a fragilidade humana, podemos, de mãos dadas, colorir nosso planeta, nossa cidade, nossas famílias.
Parabéns a você que se sensibiliza, que não se acostuma com as cenas de violência, com a banalização da morte, que tem um coração que palpita solidariedade. Parabéns a você que deseja, sonha e ajuda a construir um mundo melhor.
Um 2010 que faz a gente pensar sobre a fragilidade da vida, de nossa natureza humana. Acontecimentos estes que não têm feito distinção de raça, credo ou classe social; ricos e pobres têm sido atingidos da mesma maneira. Moradores de favelas e de bairros nobres.
É fato que, por mais que temos avançado em tecnologias, em descobertas, planos econômicos e outras invenções e intervenções, a vida continua frágil diante de tantas outras forças. A natureza, principalmente, se mantém implacável com o homem. Somos pequenos diante deste mundo e das diferentes dimensões da vida.
A morte da médica Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, é uma grande perda não só para o Brasil, mas para toda a humanidade. Pessoa simples, humilde e que dedicou toda a sua vida a ajudar ao próximo. Ela se foi no terremoto no Haiti, mas deixou um legado de conquistas e exemplo de vida para todos nós.
Este legado é uma espécie de atalho na difícil missão de fazer o bem, de ajudar as pessoas, de tentar tornar o planeta um lugar melhor para viver. A história de vida de Zilda Arns não pode se acabar com sua morte. É preciso continuar a missão. Resgatar nossas crianças é salvar o futuro, é salvar a todos nós.
Assim, nossos sonhos não podem morrer. Precisamos continuar enfrentando os desafios que a vida nos propõe a cada dia, sem abaixar a cabeça e acreditando que juntos podemos sempre vencer, principalmente quando somos capazes de estender as mãos e entender que estas mãos podem fazer a diferença.
Um mundo mais humano e fraterno é possível, sempre com o imenso desejo de aliviar os sofrimentos de outras pessoas. Muitas, mas muitas pessoas com o coração solidário fazem e continuam fazendo a diferença em nossa sociedade.
Nos últimos dias, por exemplo, mais do que duplicou as doações para a Pastoral da Criança. Sensibilizados pela ida repentina de Zilda Arns, os brasileiros aumentaram o número de doações em dinheiro para a instituição que ajuda crianças pobres nos lugares mais carentes do País.
Da mesma forma, em Goiás, a sociedade tem se mobilizado para ajudar os desabrigados do terremoto no Haiti. Dinheiro, remédios e alimentos estão sendo doados para tentar melhorar a vida de quem reside na capital Porto Príncipe. Na Assembleia Legislativa, por exemplo, existe um posto de recolhimento de donativos. E a população não para de colaborar.
E é isso que nos dá esperança, que renova nosso otimismo em poder acreditar. Embora toda a fragilidade humana, podemos, de mãos dadas, colorir nosso planeta, nossa cidade, nossas famílias.
Parabéns a você que se sensibiliza, que não se acostuma com as cenas de violência, com a banalização da morte, que tem um coração que palpita solidariedade. Parabéns a você que deseja, sonha e ajuda a construir um mundo melhor.
Início de ano é tempo de projetar sonhos, desejos, traçar metas de vida. Mas parece que janeiro nos convida a uma reflexão mais profunda. O ano começou triste para o Brasil e para o mundo, entristecendo nossas famílias: deslizamento de terra em Angra dos Reis (Rio de Janeiro); enchentes em São Paulo e em outros Estados; terremoto no Haiti; violência e drogas perto de nossas casas.