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O incrível poder do Twitter

28 de Janeiro de 2010 às 19:22
Artigo do deputado Fábio Sousa (PSDB) publicado no jornal Diário da Manhã, edição de 28.01.2010.
* Fábio Sousa é deputado estadual pelo PSDB, presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Alego e twitteiro (www.twitter.com/depfabiosousa)


Deixando de lado as discussões políticas se devemos ou não ter Twitter, há de se reconhecer o incrível poder que ele tem. O Twitter é uma rede social criado em 2006 pelo norte-americano Jack Dorsey que permite que os seus usuários enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos, em textos de até 140 caracteres, conhecidos como “tweets”. As atualizações são exibidas no perfil do usuário em tempo real e também enviadas a outros usuários que tenham assinado para recebê-las. Usuários podem receber atualizações de um perfil através do site oficial, RSS, SMS ou programa especializado. O serviço é grátis na internet e ganhou grande notoriedade e repercussão internacional.

Grandes líderes mundiais, como o presidente norte-americano Barack Obama e o papa Bento XVI, aderiram ao sistema de informação que mais cresce no mundo. Entre os estimados 11 milhões de usuários do mundo encontramos pessoas simples, políticos e também celebridades. O Twitter é considerado a terceira rede social da internet mais usada do mundo, atrás do Facebook e do MySpace.

Em Goiás, em particular, o Twitter tornou-se um meio de comunicação obrigatório para os políticos e jornalistas. Nele os jornalistas podem encontrar verdadeiras pautas, com opiniões e informações importantes de nossos políticos e líderes.

Há alguns meses, aderi a esta moda e confesso que estou muito interessado no Twitter. Primeiro porque ele se revelou um meio eficaz de interação com os goianos. Entre meus seguidores há pessoas de todo Estado que conversam comigo, elogiando, criticando, fazendo reivindicações e dando suas opiniões.

Há pouco, até uma pessoa que não se identificou utilizou do Twitter para me atacar. Logo, outros me defenderam. Mas, eu, que acredito na liberdade das opiniões como esteio da democracia, levei numa boa.

Quem, pela liberdade das informações, da imprensa e, sobretudo, da opinião, deve aderir e defender o Twitter, como recentemente fez aqui no Diário da Manhã, é o nosso senador Marconi Perillo.

A democracia precisa dessas ferramentas que expressam de forma imparcial e, principalmente, sem censura os pensamentos das pessoas. O que acham e o que pensam sobre os assuntos relacionados ao seu dia a dia. São ferramentas como essas que abrem o espaço para as discussões, novas formas de se ver o mundo e soluções para seus conflitos.

Vejo no uso de novas tecnologias como o Twitter a vontade de nossa geração em ver nas pessoas, políticos e líderes a liberdade, o avanço, a solução e discussão de ideias e problemas de forma rápida e aberta.

Precisamos que nossa democracia possa ter um pouco mais de “tweets” e a rapidez que o desenvolvimento exige.



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