Ovídio de Ângelis disse que deixou Celg em situação de adimplência
Ex-presidente da Celg entre 18 de fevereiro de 1992 e 8 de fevereiro de 1994, Ovídio Antônio de Ângelis contextualizou seu depoimento à época em que geria a Celg. De acordo com ele, sua administração procurou ampliar o programa de eletrificação rural em Goiás por meio de um convênio com um fundo de investimento japonês. O ex-presidente também disse que conseguiu deixar a empresa em situação de adimplência junto aos credores.
"Havia a necessidade de expandir as ações da Celg para acompanhar o crescimento de Goiás. O programa de eletrificação permitiu a realização de vigorosas obras em praticamente todos os municípios goianos, exceto os do Norte, por imposição do organismo japonês. Neste caso, a Celg assumiu com recursos próprios a instalação de infra-estrutura no Norte goiano. Vale ressaltar também que os custos de construção da Celg estavam entre os menores do País", afirmou Ovídio de Ângelis.