"Privatização foi exigência de órgãos internacionais", disse Ovídio de Ângelis
Ovídio de Ângelis disse que a privatização das estatais foi parte de um conjunto de exigências internacionais, capitaneadas pelo Fundo Monetário Internacional. De acordo com ele, a desestatização foi um ajuste firmado entre o Governo Federal e os estaduais. O gestor afirmou que a decisão da venda de Cachoeira Dourada não foi imposta pela União, mas aceita pelos Estados.
"A privatização não foi uma imposição do Governo federal, mas uma recomendação, que foi aceita pelos Estados. Havia uam grande necessidade de geração de recursos ao Tesouro Estadual. Vender a usina de Cachoeira Dourada - além da Celg como um todo - foi parte do acordo firmado com a União como condição para concessão de empréstimo junto à Caixa Econômica Federal. O acompanhamento dessa operação se dava via BNDES", informou o gestor.